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Planos por profissão

Plano por adesão ou CNPJ para profissionais liberais: qual escolher?

Quem tem registro em conselho costuma ter as duas portas abertas. Veja o que muda entre adesão e CNPJ, em preço e carência, e qual compensa mais.

6 min de leitura
Profissional liberal comparando plano por adesão e plano empresarial por CNPJ

O profissional liberal está em uma posição privilegiada na hora de contratar plano de saúde: costuma ter duas portas abertas ao mesmo tempo, e as duas levam a preços de contrato coletivo, bem abaixo do individual. A dúvida é qual delas usar, e é isso que este texto resolve.

As duas portas abertas para quem é liberal

O caminho de pessoa física, com plano individual ou familiar, quase nunca é a melhor opção para quem exerce profissão regulamentada. Existem duas alternativas melhores.

O coletivo por adesão usa o seu vínculo profissional como porta de entrada. Registro em conselho de classe, filiação a sindicato ou associação da categoria dão acesso a produtos que não exigem empresa nenhuma.

O coletivo empresarial usa um CNPJ. Ele pode ser uma empresa que você já tem, ou uma que faça sentido abrir, e costuma reunir os menores valores por vida do mercado.

As duas são vias de contrato coletivo, ou seja, as duas escapam do preço de pessoa física. A modalidade que depende só do seu registro profissional está explicada em o que é plano de saúde coletivo por adesão.

Descubra qual das duas portas é melhor para você

Um especialista compara os valores das duas vias com a sua profissão e a sua cidade, e mostra a diferença real por vida.

O que muda entre as duas na prática

Cinco pontos diferenciam as vias, e vale olhar todos antes de decidir:

  • Valor por vida. Os planos por adesão começam a partir de R$ 130 por mês, e os empresariais a partir de R$ 90. A via com CNPJ costuma sair na frente.

  • O que exige para contratar. Na adesão, comprovação de vínculo com a entidade e, muitas vezes, filiação com mensalidade própria. No empresarial, CNPJ ativo, que boa parte das operadoras exige com pelo menos seis meses de regularidade.

  • Carência. Nas campanhas de adesão, as condições especiais aparecem em janelas determinadas. No empresarial, a regra de dispensa vale a partir de trinta beneficiários, e abaixo disso a redução costuma ser negociada.

  • Momento da contratação. A adesão depende da janela vigente da entidade. O empresarial pode ser contratado a qualquer momento.

  • Manutenção. A adesão exige manter a filiação em dia. O CNPJ exige manter a empresa regular, com as obrigações que isso implica.

A comparação de valores por modalidade está na tabela de preços de planos de saúde, atualizada mês a mês.

Vale abrir um CNPJ só para contratar o plano?

Esta é a pergunta mais frequente, e a resposta honesta é depende, com três ressalvas que quase ninguém menciona.

A primeira é o prazo. Boa parte das operadoras exige CNPJ ativo e regular há pelo menos seis meses. Ou seja, abrir empresa hoje não resolve a contratação de amanhã, e quem tem pressa precisa considerar a adesão.

A segunda é o enquadramento. A maioria das profissões regulamentadas não pode se enquadrar como MEI, porque as atividades intelectuais regulamentadas ficam fora da lista de ocupações permitidas. Nesses casos, o caminho é abrir uma empresa em outro formato, como a sociedade unipessoal, o que muda bastante a conta.

A terceira é o custo de manter. Um MEI tem contribuição mensal fixa e obrigações simples. Uma empresa em outro regime envolve tributos sobre o faturamento e honorários de contabilidade. Esse custo precisa entrar na comparação com a economia mensal do plano.

Quando o CNPJ já existe e está regular, a decisão fica fácil, porque a via empresarial costuma ganhar. As regras dessa modalidade estão em plano de saúde para MEI.

Quando a adesão é a escolha certa

Quatro situações apontam para o coletivo por adesão:

  • Você não tem CNPJ e não pretende abrir, seja pelo custo de manutenção ou pelo enquadramento da sua profissão.

  • A contratação é urgente, e você não tem os seis meses de empresa que a maioria das operadoras pede.

  • A sua entidade tem produtos fortes, com boa rede na sua cidade e campanhas com condições especiais.

  • Você já é filiado a um sindicato, conselho ou associação, e a mensalidade da entidade já faz parte do seu orçamento.

O acesso e o preço mudam conforme a entidade e a administradora que gerencia o contrato, então vale levantar todas as opções disponíveis para a sua categoria. As empresas que gerenciam esses contratos estão em administradoras de benefícios.

Compare Planos de Saúde Adesão

*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

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SulAmérica

A partir de

R$ 250/mês
  • Rede nacional forte
  • Opções com reembolso
  • Perfil mais completo
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Hap Vida

A partir de

R$ 90/mês
  • Preço mais acessível
  • Rede própria
  • Boa opção para quem prioriza mensalidade
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Amil

A partir de

R$ 167/mês
  • Boa relação entre preço e rede
  • Variedade de categorias
  • Rede credenciada ampla
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Bradesco

A partir de

R$ 181/mês
  • Marca forte no segmento premium
  • Rede credenciada de alto padrão
  • Opções com reembolso
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Unimed

A partir de

R$ 455/mês
  • Forte presença regional
  • Rede médica conhecida
  • Opções regionais e nacionais

Quando o CNPJ é a escolha certa

Cinco situações apontam para o coletivo empresarial:

  • Você já tem empresa aberta e regular, com mais de seis meses de atividade.

  • Você vai incluir família, porque a diferença por vida se multiplica pelo número de pessoas.

  • Você já emite nota fiscal pelos seus serviços, então o CNPJ existe de qualquer forma.

  • Você tem sócio ou equipe, o que amplia o porte do contrato e melhora as condições.

  • Não há pressa, e você pode organizar a empresa antes de contratar.

Nessas situações, a via empresarial costuma entregar o menor valor por vida do mercado, com a mesma cobertura. As condições completas estão em plano de saúde empresarial.

Como decidir no seu caso

Cinco perguntas resolvem: você tem CNPJ ativo há mais de seis meses, e nesse caso vale cotar pela via empresarial primeiro; sua profissão tem entidade com produtos na sua cidade, e nesse caso vale cotar a adesão em paralelo; quantas vidas vão entrar, porque quanto maior o grupo mais pesa a diferença por vida; qual a sua pressa, já que prazo curto costuma apontar para a adesão; e quanto custa manter cada opção, somando filiação ou custo de empresa ao valor do plano.

Cote as duas vias antes de decidir, sempre com o mesmo desenho de produto, para a comparação ficar honesta. A diferença entre as modalidades está detalhada em plano por adesão ou empresarial.

Você pode fazer sua cotação informando a sua profissão para receber as duas simulações lado a lado.

Compare as duas vias com a sua profissão

Informe profissão, cidade e vidas e receba a simulação por adesão e por CNPJ para escolher com número na mão.

familia unida

Perguntas frequentes

O que sai mais barato: plano por adesão ou por CNPJ?

+

Na média, a via empresarial. Os planos por adesão começam a partir de R$ 130 por vida, e os empresariais a partir de R$ 90. Vale somar o custo de manter cada opção, que é a filiação à entidade ou as obrigações da empresa.

Preciso ter CNPJ há quanto tempo para contratar plano empresarial?

+

Boa parte das operadoras exige CNPJ ativo e regular há pelo menos seis meses. Por isso, abrir empresa não resolve contratação urgente, e nesse caso a adesão costuma ser o caminho.

Profissional liberal pode ser MEI para contratar plano?

+

A maioria das profissões regulamentadas não pode se enquadrar como MEI, porque as atividades intelectuais regulamentadas ficam fora da lista de ocupações permitidas. Nesses casos, o caminho é outro formato de empresa.

Dá para incluir a família nas duas modalidades?

+

Sim, nas duas. O grupo aceito varia por contrato, e os coletivos costumam admitir um leque maior de parentes. Confirme as regras específicas antes de fechar.

Posso ter as duas opções e escolher depois?

+

Pode, e é o recomendado. Cote as duas com o mesmo desenho de produto e compare valor por vida, rede na sua cidade e condições de carência antes de decidir.

Mateus Martins
Mateus Martins
Especialista em Marketing Digital, SEO e Projetos para o Mercado de Saúde.

Atua no desenvolvimento de projetos digitais voltados para o mercado de planos de saúde, geração de leads, SEO, conteúdo e experiência do usuário. Participa da criação de conteúdos relacionados a operadoras, modalidades de contratação, rede credenciada e comparativos do setor.

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