Amil com coparticipação
A Amil pode oferecer planos com coparticipação em diferentes modalidades, especialmente em contratos empresariais, PME e MEI.
Amil →
Entenda como funciona a coparticipação, quando ela pode valer a pena, quais serviços podem gerar cobrança adicional e o que analisar antes de contratar um plano de saúde com esse modelo.

Coparticipação é um valor pago pelo beneficiário quando ele utiliza determinados serviços do plano de saúde, como consultas, exames, terapias ou procedimentos.
Além da mensalidade, o usuário paga uma parte do custo do atendimento realizado, conforme as regras previstas no contrato.
A ANS define coparticipação como o valor devido à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em saúde.
A franquia, por outro lado, é o valor definido em contrato até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura. Esses mecanismos são opcionais para o consumidor na contratação do plano.
*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

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No plano com coparticipação, o beneficiário paga a mensalidade normalmente e, quando utiliza determinados serviços, paga também uma parte do valor daquele atendimento.
Essa cobrança pode aparecer na mensalidade seguinte ou em fatura posterior, dependendo do faturamento da operadora e do prestador.
Em explicação sobre coparticipação, canal público informa que o valor pode ser cobrado junto com a mensalidade após o faturamento do prestador, podendo ou não ocorrer no mês seguinte ao atendimento.
Se o plano cobra coparticipação por consulta, o beneficiário paga a mensalidade do plano e, ao realizar uma consulta, pode receber uma cobrança adicional referente ao uso daquele serviço.
O plano com coparticipação pode ser mais econômico para quem usa pouco. Já o plano sem coparticipação pode ser melhor para quem faz consultas, exames, terapias ou acompanhamento médico com frequência.
Planos com coparticipação costumam ter valor mensal menor em comparação com planos sem coparticipação semelhantes.
Pode ser interessante para pessoas que usam o plano apenas em situações pontuais ou preventivas.
Empresas podem usar a coparticipação para oferecer plano de saúde aos colaboradores com melhor controle de custos.
Em alguns casos, a mensalidade menor permite contratar uma categoria de plano com rede mais interessante.
Como existe cobrança por utilização, o beneficiário tende a acompanhar melhor quando e como utiliza o plano.
Nem todo atendimento necessariamente terá a mesma cobrança. Confira consultas, exames, pronto-socorro, terapias, internações e procedimentos.
A coparticipação pode ser em valor fixo ou percentual, conforme contrato.
Alguns contratos podem prever limites para evitar cobranças muito altas. Confirme antes de contratar.
Quem usa o plano com frequência pode acabar pagando mais no total.
A coparticipação precisa estar clara no contrato, incluindo os serviços que geram cobrança e a forma de cálculo.
A coparticipação pode variar conforme contrato, mas pode aparecer em serviços como:
Coparticipação é o valor pago pelo beneficiário depois da realização de um procedimento ou evento em saúde. Franquia é o valor definido no contrato até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura. A ANS diferencia os dois mecanismos e informa que ambos são opcionais na contratação do plano.
O plano com coparticipação pode valer a pena para quem deseja pagar uma mensalidade menor e usa pouco os serviços médicos.
Também pode ser uma boa alternativa para empresas que querem oferecer plano de saúde aos colaboradores com controle de custos.
Pode ser interessante para:
pessoas saudáveis que usam pouco o plano;
famílias que priorizam mensalidade menor;
empresas que querem reduzir custo fixo;
MEIs que buscam plano mais acessível;
quem quer acesso a uma rede melhor pagando menos por mês.
Pode não ser a melhor opção para quem:
faz consultas frequentes;
realiza muitos exames;
faz terapias recorrentes;
tem tratamentos contínuos;
tem crianças pequenas que usam bastante o plano;
está gestante ou planeja usar bastante a cobertura obstétrica;
quer previsibilidade total de gastos.
Antes de contratar, compare o custo mensal fixo com o possível uso do plano.
Nesse exemplo, o plano com coparticipação só é mais barato quando o beneficiário usa pouco. Se o uso for frequente, o plano sem coparticipação pode oferecer mais previsibilidade e até sair mais vantajoso.
A disponibilidade de planos com coparticipação varia conforme operadora, cidade, modalidade e linha do produto.
A Amil pode oferecer planos com coparticipação em diferentes modalidades, especialmente em contratos empresariais, PME e MEI.
Amil →O Bradesco Saúde pode ter opções com ou sem coparticipação, dependendo da linha de plano e do contrato coletivo.
Bradesco →A SulAmérica pode oferecer planos com coparticipação conforme produto, administradora, modalidade e contrato.
SulAmérica →A Hapvida pode trabalhar com planos de custo mais acessível e regras de coparticipação conforme região e modalidade.
A Alice pode ter condições específicas conforme plano empresarial, número de vidas e contrato. A disponibilidade deve ser confirmada em cotação.
Antes de contratar, responda:
O valor da mensalidade é realmente menor?
Quais serviços geram cobrança?
Qual o valor ou percentual por consulta?
Qual o valor ou percentual por exame?
Existe coparticipação em pronto-socorro?
Existe cobrança em internação ou cirurgia?
Há limite mensal ou anual de cobrança?
A tabela está anexada à proposta?
O plano será usado com frequência?
Tenho tratamentos contínuos?
Crianças, idosos ou gestantes serão incluídos?
A rede credenciada atende minha região?
Mensalidade menor pode parecer vantajosa, mas o custo final depende do uso.
Sem a tabela, fica difícil saber quanto será cobrado em consultas, exames e procedimentos.
Mesmo que uma pessoa use pouco, outro dependente pode usar muito.
Terapias frequentes podem aumentar bastante o custo mensal.
Ela pode ser vantajosa para quem usa pouco e quer mensalidade menor.
Quando há uso frequente, o total pago pode superar um plano sem coparticipação.
Coparticipação é o valor pago pelo beneficiário à operadora quando utiliza determinado procedimento ou evento em saúde, conforme previsto no contrato.
Geralmente, a mensalidade tende a ser menor. Porém, o custo final depende da frequência de uso do plano.
Normalmente, a cobrança ocorre após a realização do atendimento e pode aparecer na mensalidade seguinte ou em fatura posterior, dependendo do faturamento do prestador.
Pode valer para quem usa pouco o plano e quer reduzir a mensalidade. Para quem usa muito, o plano sem coparticipação pode ser mais previsível.
Sim. Muitos planos não têm coparticipação, mas a mensalidade pode ser maior.


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