
Entenda quais terapias o plano de saúde pode cobrir, regras para psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, autorizações e prazos.

Sim. Planos regulamentados com cobertura ambulatorial devem oferecer as terapias previstas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, de acordo com a indicação do profissional assistente, as características do contrato e as regras aplicáveis a cada procedimento.
Entre os atendimentos que podem ter cobertura estão sessões com:
psicólogo;
fisioterapeuta;
fonoaudiólogo;
terapeuta ocupacional;
outros profissionais ou procedimentos previstos no Rol da ANS.
Desde agosto de 2022, a ANS retirou o limite numérico de sessões de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia para usuários de planos regulamentados com cobertura ambulatorial.
A quantidade e a frequência do tratamento devem seguir a indicação assistencial, sem um teto anual geral de sessões imposto pela ANS.
*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

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A cobertura depende do tipo de plano, da indicação clínica e do procedimento solicitado.
O plano pode cobrir consultas e sessões com psicólogo para avaliação, acompanhamento e tratamento de condições relacionadas à saúde mental. A cobertura pode envolver:
A fisioterapia pode ser indicada para prevenção, recuperação ou reabilitação funcional. Pode ser utilizada em situações como:
O acompanhamento fonoaudiológico pode estar relacionado a:
A terapia ocupacional busca desenvolver, recuperar ou adaptar habilidades necessárias às atividades cotidianas. Pode ser indicada para:
Fale com um especialista e receba uma cotação personalizada.
A ANS eliminou o limite de sessões para atendimentos com:
psicólogo;
fonoaudiólogo;
terapeuta ocupacional;
fisioterapeuta.
Essa regra se aplica aos planos regulamentados, contratados após a Lei nº 9.656/1998 ou adaptados a ela, desde que possuam cobertura ambulatorial.
Isso não significa autorização automática e irrestrita para qualquer procedimento.
A operadora pode exigir:
solicitação do profissional assistente;
relatório clínico;
avaliação inicial;
autorização prévia;
renovação periódica do pedido;
realização na rede credenciada;
cumprimento da carência contratual.
Não existe um limite anual geral de sessões de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional nos planos regulamentados com cobertura ambulatorial.
O tratamento deve seguir a indicação assistencial e as regras do contrato.
Para pessoas com transtornos enquadrados na CID F84, que inclui transtornos globais do desenvolvimento, a ANS determina cobertura obrigatória de métodos ou técnicas indicados pelo médico assistente.
Também há cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas para esses beneficiários.
O tratamento pode envolver uma equipe multidisciplinar, conforme a necessidade de cada paciente.
A indicação pode contemplar atendimentos nas áreas de:
psicologia;
fonoaudiologia;
terapia ocupacional;
fisioterapia;
acompanhamento multidisciplinar.
A cobertura deve ser analisada conforme o diagnóstico, a indicação médica, o procedimento solicitado e o produto contratado.
Não em todas as situações.
Para pessoas com transtornos enquadrados na CID F84, a ANS prevê a cobertura do método ou técnica indicado pelo médico assistente.
Fora desses casos, a cobertura deve ser analisada de acordo com:
procedimento previsto no Rol da ANS;
segmentação do plano;
indicação clínica;
diretrizes de utilização;
contrato;
rede disponível.
Algumas técnicas podem não possuir cobertura obrigatória autônoma apenas por serem chamadas de “terapia”.
Por exemplo, a ANS já esclareceu que determinados procedimentos, como hidroterapia em algumas configurações, podem não ter cobertura obrigatória específica conforme a forma em que são caracterizados.
As terapias realizadas em regime ambulatorial normalmente dependem de um plano que possua segmentação ambulatorial.
Podem oferecer essa cobertura:
plano ambulatorial;
plano referência;
plano ambulatorial e hospitalar;
plano hospitalar combinado com cobertura ambulatorial.
Um plano exclusivamente hospitalar pode não cobrir sessões ambulatoriais fora de uma internação.
A ANS estabelece a cobertura obrigatória conforme a segmentação contratada: ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológica.
Segmentação do plano
Cobertura ambulatorial
Rede de clínicas e terapeutas
Necessidade de autorização
Coparticipação por sessão
Abrangência geográfica
A exigência varia conforme:
tipo de atendimento;
profissional;
procedimento;
regras da operadora;
produto contratado.
A operadora pode solicitar:
pedido médico;
encaminhamento;
relatório do profissional assistente;
diagnóstico ou hipótese diagnóstica;
justificativa clínica;
frequência recomendada;
duração estimada do tratamento.
Em determinados casos, a solicitação também pode ser emitida por outro profissional de saúde legalmente habilitado, conforme a natureza do atendimento e a regra aplicável.
Tenha em mãos:
Carteirinha do plano
Documento do beneficiário
Pedido ou encaminhamento
Relatório clínico, quando solicitado
Nome e código do procedimento
Frequência indicada
Dados da clínica ou profissional
O processo pode variar entre as operadoras.
O profissional assistente deve informar a terapia recomendada, a frequência e, quando necessário, a justificativa clínica.
Verifique quais clínicas e profissionais atendem o nome exato do seu plano.
A solicitação pode ser realizada:
Anote:
Algumas autorizações são válidas para:
Após o cumprimento da carência e considerando a cobertura do contrato, a ANS estabelece prazo máximo de até 10 dias úteis para consultas ou sessões com:
psicólogo;
fonoaudiólogo;
terapeuta ocupacional;
fisioterapeuta.
O prazo se refere ao acesso ao atendimento dentro da rede assistencial do plano, e não obrigatoriamente:
ao profissional escolhido pelo paciente;
a uma clínica específica;
ao bairro preferido;
ao horário desejado.
Caso não haja disponibilidade com o prestador escolhido, a operadora deve indicar uma alternativa dentro da área de cobertura do produto.
Sim. Quando o contrato prevê carência, terapias ambulatoriais podem estar sujeitas ao prazo contratual aplicável.
De forma geral, planos individuais, familiares, coletivos por adesão e empresariais com até 29 beneficiários podem aplicar carências.
Em planos empresariais com 30 ou mais beneficiários, pode haver isenção quando a inclusão ocorre dentro das condições e dos prazos definidos pela ANS.
O prazo máximo geral para coberturas ambulatoriais pode chegar a 180 dias, conforme as regras aplicáveis ao contrato.
Pode, dependendo de:
campanha comercial;
modalidade de contratação;
quantidade de beneficiários;
plano anterior;
tempo de permanência;
documentos apresentados;
regras da operadora.
A redução não deve ser considerada automática.
Não necessariamente.
Ao contratar o plano, doenças ou lesões preexistentes conhecidas devem ser informadas na Declaração de Saúde.
A Cobertura Parcial Temporária pode suspender por até 24 meses apenas procedimentos de alta complexidade, cirurgias e leitos de alta tecnologia relacionados exclusivamente à condição declarada.
Ela não representa uma exclusão geral de consultas e terapias ambulatoriais comuns.
A análise deve considerar:
Pode cobrar.
Nos planos com coparticipação, cada sessão pode gerar um valor adicional além da mensalidade.
A cobrança pode variar conforme:
produto;
categoria profissional;
tipo de terapia;
quantidade de sessões;
contrato;
limite mensal ou anual, quando existente.
Mensalidade do plano: R$ 400
Coparticipação por sessão: R$ 25
Quantidade mensal de sessões: 8
Valor adicional estimado: R$ 200
Custo total estimado no mês: R$ 600
Esse exemplo é apenas explicativo e não representa uma tabela comercial.
Para quem realiza várias sessões semanais, é importante comparar:
mensalidade;
valor por sessão;
teto de coparticipação;
quantidade estimada de sessões;
custo total mensal.
Depende do contrato.
Alguns planos oferecem reembolso quando o beneficiário utiliza um profissional fora da rede credenciada.
O valor pode variar conforme:
tabela de reembolso;
categoria do plano;
tipo de atendimento;
duração da sessão;
documentação apresentada;
limite contratual.
A existência de reembolso não significa devolução integral do valor pago.
A operadora pode solicitar:
nota fiscal ou recibo;
pedido profissional;
relatório;
comprovante de pagamento;
dados bancários;
formulário de solicitação.
Segundo a ANS, a análise e o pagamento do reembolso devem ser concluídos em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária.
Pesquise pelo nome completo do produto, não apenas pela operadora.
Procure por:
Confirme se existe atendimento próximo de:
Informe:
Confirme:
Primeiro, entre em contato com a operadora e solicite uma alternativa dentro da área de cobertura.
Registre:
protocolo;
data;
cidade;
especialidade;
prazo necessário;
clínicas contatadas;
indisponibilidade encontrada.
A operadora não é obrigada a garantir atendimento com um profissional específico, mas deve assegurar o acesso à cobertura contratada dentro dos prazos máximos aplicáveis.
Caso não apresente uma alternativa adequada, o beneficiário pode:
registrar reclamação na ouvidoria;
solicitar resposta formal;
procurar a ANS;
guardar protocolos e comprovantes;
avaliar orientação jurídica em situações individuais.
Solicite a negativa por escrito.
O documento deve indicar: motivo da recusa; fundamento contratual; procedimento analisado; data da solicitação; número do protocolo.
Depois:
A técnica descrita pelo profissional pode possuir um código ou enquadramento diferente no Rol.
Organize:
Utilize os canais oficiais da Agência com o protocolo da operadora.
Não compare apenas a mensalidade.
Verifique:
Entenda:
Compare:
Não compare apenas a mensalidade.
Verifique:
Entenda:
Compare:
Sim. A cobertura assistencial depende do produto e da segmentação, e não apenas da modalidade empresarial.
Um plano para MEI, CNPJ ou PME pode incluir:
psicologia;
fisioterapia;
fonoaudiologia;
terapia ocupacional;
clínicas multidisciplinares;
reembolso, conforme a categoria.
Planos empresariais podem apresentar condições comerciais diferentes das opções individuais, mas é necessário comparar:
rede terapêutica;
quantidade mínima de vidas;
elegibilidade;
Quem utiliza terapias com frequência deve considerar a rede assistencial e o custo por utilização antes de escolher o plano.
Informe:
idade dos beneficiários;
tipo de terapia;
frequência estimada;
clínica desejada;
existência de MEI ou CNPJ;
preferência por coparticipação;
necessidade de reembolso.
Compare opções de diferentes operadoras e encontre um plano adequado para você, sua família ou empresa.
Organizamos um glossário prático e direto com os principais termos que você encontrará antes, durante e depois da contratação do seu convênio, separados em grupos para facilitar a sua leitura e consulta.

Confira todos os Guias de Contratação para Planos de Saúde e tenha informações suficientes para contratar seu plano!

Define a área geográfica onde o plano oferece cobertura de atendimento (podendo ser municipal, estadual, nacional ou grupo de municípios).

Refere-se ao tipo de quarto disponível em caso de internação hospitalar, que pode ser enfermaria (leito coletivo) ou apartamento (quarto individual).

Acréscimo financeiro opcional no valor da mensalidade para que o beneficiário tenha cobertura imediata para procedimentos relacionados a uma doença preexistente.

Processo de validação prévia exigido pelas operadoras para liberar a realização de cirurgias, internações e exames de alta complexidade.

Conjunto de regras, prazos e direitos que orientam o encerramento do contrato do plano de saúde, seja a pedido do cliente ou por inadimplência.

Período estipulado em contrato que o cliente deve aguardar após a contratação para começar a utilizar determinados serviços (como 180 dias para exames complexos).

Regras de cobertura para intervenções cirúrgicas, englobando procedimentos eletivos (agendados), de urgência e emergência.

Restrição de no máximo 24 meses aplicada exclusivamente a cirurgias, leitos de alta tecnologia e procedimentos de alta complexidade ligados a uma doença preexistente.

Formato de contrato em que a mensalidade é menor, mas o cliente paga uma pequena taxa extra a cada consulta, exame ou procedimento que realiza.

Entenda como funcionam as consultas pelo plano de saúde, quais são cobertas, prazos da ANS, rede credenciada, coparticipação e reembolso.

Questionário obrigatório preenchido no ato da contratação para informar à operadora sobre a existência de doenças ou lesões prévias ao contrato.


Lista de documentos pessoais e comprovantes exigidos pela operadora e pela corretora para efetivar a contratação ou alteração do plano.

Condições clínicas, patologias ou lesões das quais o consumidor já saiba ser portador no momento do preenchimento da Declaração de Saúde.

Saiba para que serve a declaração de permanência do plano de saúde, como solicitar à operadora e quando ela é usada na portabilidade de carências.

Entenda o que são as Diretrizes de Utilização da ANS, como funcionam as DUTs, quando um procedimento tem critérios de cobertura e o que fazer em caso de negativa.

Entenda como funciona o contrato de plano de saúde e o que conferir sobre cobertura, carência, reajuste, coparticipação, vigência e cancelamento.

Saiba quando o plano de saúde pode pedir comprovante de residência, quais documentos podem ser solicitados e o que fazer se ele não estiver no seu nome.

Valor fixo estipulado em contrato (mais comum em seguros-saúde) que o cliente deve pagar por sua conta antes que a seguradora assuma as demais despesas médicas.

Normas, carências e abrangência da cobertura para o período em que o paciente precisa ficar internado em ambiente hospitalar ou UTI.

Diretrizes estabelecidas pela ANS sobre quais medicações o plano é obrigado a fornecer (como drogas quimioterápicas, medicações durante internação, etc.).

Segmento do plano focado na saúde reprodutiva, cobrindo o acompanhamento pré-natal, o parto e o atendimento do recém-nascido nos primeiros dias.

Direito garantido por lei que permite ao cliente mudar de plano ou operadora levando consigo os prazos de carência que já foram cumpridos.

Aumentos previstos no contrato da mensalidade, que ocorrem anualmente (pelos índices da ANS ou da operadora) ou quando o cliente muda de faixa etária.

Benefício que permite ao titular ser restituído por despesas médicas realizadas fora da rede credenciada do plano, respeitando os limites do contrato.

Lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar que define todos os exames, consultas, cirurgias e tratamentos que os planos são obrigados a cobrir.

Cobertura para acompanhamentos contínuos essenciais à saúde e reabilitação, englobando sessões de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, entre outras.

Entenda como funcionam os exames pelo plano de saúde, quais são cobertos, autorização, carência, prazos da ANS, laboratórios e o que fazer em caso de negativa.

Saiba quando é possível pedir a reativação do plano de saúde após cancelamento, inadimplência ou suspensão e entenda como solicitar à operadora.

Entenda como funciona a mensalidade do plano de saúde, o que define o preço, reajustes, faixa etária, atraso no pagamento e como economizar.

Entenda como funciona a entrevista de saúde do plano de saúde, o que pode ser perguntado, relação com a Declaração de Saúde, doenças preexistentes e CPT.

Recebeu uma carta de não ingresso no plano de saúde? Entenda o que significa, possíveis motivos, o que conferir e quais providências tomar.

á teve um plano de saúde e quer voltar para a mesma operadora? Saiba quando pode contratar novamente, o que é repique e como ficam carências e condições do novo plano.

Entenda o que é a vigência do plano de saúde, quando o contrato começa a valer e qual a diferença entre vigência, carência e início da cobertura.

Saiba se o plano de saúde cobre vacinas, quando pode haver cobertura em clínicas particulares, como consultar o contrato e quais opções existem pelo SUS.
Planos regulamentados com cobertura ambulatorial devem cobrir sessões com psicólogo conforme indicação assistencial e regras do contrato.
A ANS retirou o limite geral de sessões de psicologia para planos regulamentados com cobertura ambulatorial.
Pode cobrir quando houver indicação profissional, cobertura ambulatorial e enquadramento do procedimento nas regras aplicáveis.
Sim, quando o plano e o procedimento atendem às condições de cobertura.
O limite geral anual de sessões foi retirado pela ANS.
Sim, nos planos regulamentados com cobertura ambulatorial, conforme indicação assistencial e regras do produto.


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