MEI e empresário individual
Podem existir opções empresariais específicas, desde que sejam atendidas as exigências de elegibilidade.

O plano de saúde empresarial é contratado por uma empresa para oferecer assistência médica a pessoas que possuem vínculo com ela, como funcionários e, conforme as regras do contrato, seus dependentes.

O plano de saúde empresarial é uma modalidade de plano coletivo contratada por uma pessoa jurídica para beneficiar pessoas vinculadas à empresa.
Segundo a ANS, o plano coletivo empresarial é destinado a pessoas que possuem vínculo empregatício ou estatutário com a pessoa jurídica contratante. Empresários individuais também podem contratar essa modalidade quando atendem aos requisitos previstos pela regulamentação.
Na prática, essa modalidade pode atender diferentes estruturas:
Podem existir opções empresariais específicas, desde que sejam atendidas as exigências de elegibilidade.
Podem contratar produtos comercialmente classificados como planos PME.
Normalmente possuem mais possibilidades de negociação de rede, acomodação e características do contrato.
Podem trabalhar com contratos personalizados de acordo com quantidade de beneficiários, distribuição geográfica e utilização.
*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

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É a modalidade coletiva vinculada a uma empresa.
Pode atender empresas de diferentes portes e quantidades de beneficiários.
O termo plano PME é utilizado comercialmente para produtos direcionados a pequenas e médias empresas.
Perante a ANS, continua sendo uma contratação coletiva empresarial.
O plano para MEI é uma possibilidade de contratação empresarial destinada ao microempreendedor individual que atende às exigências de elegibilidade.
A ANS determina que o empresário individual comprove exercício da atividade empresarial por pelo menos 6 meses para contratar um plano coletivo empresarial nessa condição.
Compare operadoras, rede de hospitais, laboratórios, abrangência e características dos produtos disponíveis para o perfil da sua empresa.
Podem contratar essa modalidade pessoas jurídicas e empresários que atendam às condições da operadora e da regulamentação.
Entre os possíveis contratantes estão:
empresas;
pequenas e médias empresas;
sociedades empresárias;
empresários individuais;
microempreendedores individuais, quando elegíveis.
No caso de empresário individual, incluindo o MEI, a ANS exige comprovação de inscrição no órgão competente e exercício da atividade empresarial por pelo menos seis meses.
Por isso, antes de solicitar uma proposta, é importante verificar a situação cadastral do CNPJ e a documentação disponível.
Não existe uma resposta única para todos os produtos.
A quantidade mínima aceita para contratação pode variar conforme:
operadora;
produto;
região;
composição do grupo;
vínculo entre os beneficiários;
regras comerciais vigentes.
Por isso, uma empresa pequena não deve escolher o plano apenas pelo número de vidas divulgado em uma oferta.
O ideal é informar a composição completa do grupo e comparar os produtos realmente disponíveis para aquela empresa.
Para empresas menores, veja também nosso conteúdo específico sobre plano PME.
Para empresário individual, consulte o plano para MEI.
O titular normalmente precisa possuir vínculo elegível com a empresa contratante.
Dependendo das regras do contrato, também podem ser incluídos dependentes.
A composição pode envolver:
São informados CNPJ, cidade, quantidade de beneficiários, idades e vínculos.
As opções mudam conforme região, tamanho do grupo e características da empresa.
É importante avaliar hospitais, laboratórios, centros de diagnóstico e médicos.
Entram nessa análise fatores como coparticipação, acomodação, abrangência e reembolso.
Depois da escolha, a empresa envia a documentação necessária para análise e implantação.
O principal benefício é permitir que a empresa organize a assistência médica dos colaboradores dentro de um contrato coletivo.
Dependendo do produto, também pode oferecer:
diferentes opções de rede;
possibilidade de inclusão de dependentes;
opções com ou sem coparticipação;
acomodação em enfermaria ou apartamento;
produtos regionais ou nacionais;
opções com reembolso;
acesso a diferentes categorias dentro da mesma operadora.
Para a empresa, o benefício também pode ajudar na atração e retenção de profissionais.
Mas não existe um plano empresarial ideal para todas as organizações.
Uma empresa com funcionários concentrados em São Paulo pode ter necessidades muito diferentes de outra com colaboradores distribuídos pelo país.
Atualmente é possível encontrar operadoras com atuação nacional, regional e segmentada para diferentes públicos. Algumas oferecem foco em empresas, enquanto outras disponibilizam opções para famílias, profissionais autônomos e microempreendedores.

Uma das maiores operadoras do Brasil, com opções para pessoas físicas, famílias e empresas.

Sistema cooperativo presente em diversas regiões do país.

Operadora reconhecida pelo foco em planos empresariais e ampla rede credenciada.

Tradicional no mercado de saúde suplementar, oferece planos para empresas e famílias com acesso a uma ampla rede de hospitais, clínicas e laboratórios.

Operadora com proposta digital e foco em acompanhamento contínuo da saúde.

Uma das maiores operadoras do país, com rede própria de hospitais, clínicas e laboratórios.

Operadora com atuação regional, oferecendo planos para pessoas físicas e empresas, com foco em atendimento próximo e custo-benefício.

Operadora do grupo Porto, reconhecida pela qualidade do atendimento, ampla rede credenciada e soluções voltadas para empresas e famílias.
A pergunta mais importante não é apenas “qual é a melhor operadora?”, mas:
qual produto atende melhor as necessidades da empresa e das pessoas que utilizarão o plano?
Avalie principalmente:
Verifique os hospitais realmente disponíveis no produto. Se determinado hospital é importante para a empresa ou para um beneficiário, confirme a unidade específica.
Considere a rede de laboratórios, principalmente para pessoas que realizam acompanhamento frequente.
Confira a estrutura disponível para exames, incluindo procedimentos como ressonância magnética, tomografia, ultrassom e mamografia.
Uma empresa com funcionários concentrados em uma única região pode avaliar um produto regional. Já empresas com colaboradores viajando ou distribuídos por vários estados podem precisar de abrangência maior.
Compare produtos com e sem coparticipação. A melhor escolha depende do perfil de utilização do grupo.
Para empresas que valorizam liberdade de escolha de médicos e prestadores, é importante analisar as regras de reembolso.
A internação pode ocorrer em diferentes modalidades de acomodação, como enfermaria ou apartamento, conforme o produto.
A melhor opção depende da quantidade de pessoas, idades, cidade, rede hospitalar desejada e forma de utilização. Compare produtos de diferentes operadoras antes de decidir.
Essa escolha deve acompanhar a distribuição geográfica dos beneficiários.
Pode fazer sentido quando a maior parte dos colaboradores vive e trabalha na mesma região.
Nesse caso, é importante observar com profundidade a rede local.
Pode ser mais adequado para:
executivos que viajam;
equipes comerciais externas;
empresas com filiais;
colaboradores distribuídos em diferentes estados.
Não considere apenas o nome “nacional”. Verifique como funciona a abrangência e qual rede está realmente disponível em cada cidade.
Na coparticipação, o beneficiário participa financeiramente de determinados eventos de utilização conforme as regras do produto.
Um plano com coparticipação pode possuir uma estrutura de mensalidade diferente de um produto sem coparticipação.
Entretanto, a decisão não deve considerar apenas a mensalidade.
É necessário analisar:
frequência de consultas;
quantidade de exames;
terapias;
utilização por dependentes;
regras e limites da coparticipação.
Você também pode utilizar nossa ferramenta Com ou sem coparticipação? e a calculadora de coparticipação.
Alguns produtos permitem utilizar profissionais fora da rede e solicitar reembolso, conforme regras e limites definidos no contrato.
Esse recurso pode ser relevante para:
executivos;
profissionais que já possuem médicos de confiança;
empresas com colaboradores em diferentes localidades;
beneficiários que desejam maior liberdade de escolha.
O valor de reembolso varia entre produtos.
Por isso, dois planos da mesma operadora podem apresentar características bastante diferentes.
O preço depende de diversas características.
Entre os principais fatores estão:
quantidade de beneficiários;
idade dos participantes;
cidade;
operadora;
categoria;
abrangência;
rede credenciada;
acomodação;
existência de coparticipação;
características do contrato.
A própria ANS orienta que o preço pode variar de acordo com os serviços disponíveis, os locais onde o beneficiário pode ser atendido e sua idade.
Por isso, apresentar apenas um valor médio pode gerar uma comparação incorreta.
A forma mais segura é cotar utilizando os dados reais da empresa e dos beneficiários.
Você também pode consultar nossa tabela de preços e utilizar a ferramenta Quanto um plano cabe no meu orçamento?.
Depende da quantidade de beneficiários e das condições de ingresso.
Nos planos coletivos empresariais com até 29 beneficiários, pode haver aplicação de carência.
Nos contratos com 30 ou mais beneficiários, não há carência para quem solicita ingresso em até 30 dias da celebração do contrato ou da vinculação à empresa, conforme as regras da ANS.
Por isso, é importante diferenciar:
menos de 30 beneficiários: podem existir carências contratuais;
30 ou mais beneficiários: existem regras específicas de isenção para quem ingressa dentro do prazo regulamentar.
Evite anúncios que simplesmente prometem “plano empresarial sem carência” sem analisar o tamanho do grupo e a situação de ingresso.
A Cobertura Parcial Temporária está relacionada a doenças ou lesões que o beneficiário já conhecia no momento da contratação.
Nos planos coletivos empresariais com menos de 30 beneficiários, pode haver aplicação de CPT conforme as regras vigentes.
Nos contratos empresariais com 30 ou mais beneficiários, quem ingressa no prazo regulamentar de até 30 dias não pode receber imposição de CPT por doença ou lesão preexistente.
Para entender melhor, consulte também nosso conteúdo sobre doenças preexistentes.
O reajuste de planos coletivos funciona de forma diferente dos planos individuais.
Nos planos individuais e familiares, a ANS estabelece um percentual máximo anual.
Nos coletivos empresariais, a lógica é diferente.
A ANS determina o agrupamento de contratos de uma mesma operadora para aplicação de um percentual comum de reajuste aos contratos que fazem parte daquele agrupamento.
O reajuste segue as regras previstas no contrato e é negociado entre a operadora e a pessoa jurídica contratante.
Além do reajuste anual, pode existir variação por mudança de faixa etária quando prevista no contrato.
Para entender o tema em profundidade, consulte nosso guia sobre reajuste de plano de saúde.
Não necessariamente.
As duas modalidades possuem regras diferentes.
Um plano individual é contratado diretamente por pessoa física.
Já o plano empresarial depende de vínculo com uma pessoa jurídica elegível.
O empresarial pode oferecer produtos, redes e condições comerciais diferentes, enquanto o individual possui regras próprias de reajuste e rescisão.
A decisão deve considerar o perfil do beneficiário, a elegibilidade e a disponibilidade de produtos na região.
Use também nossa ferramenta Plano empresarial ou individual? para comparar as modalidades.
O plano de saúde para MEI merece uma análise específica.
Segundo a ANS, o empresário individual precisa comprovar exercício da atividade empresarial por pelo menos seis meses, além de manter sua inscrição regular.
Dependendo das regras do produto, podem ser incluídos beneficiários elegíveis vinculados ao empresário.
Se essa é a sua situação, use também nosso simulador de plano de saúde MEI/CNPJ.
Empresas com grupos menores devem analisar especialmente:
rede regional;
carências;
coparticipação;
reajuste;
inclusão de dependentes;
regras de movimentação cadastral.
Produtos destinados a esse perfil são frequentemente chamados de planos PME.
O melhor produto não é necessariamente o que possui a maior rede, mas aquele cuja rede atende os locais que os beneficiários realmente utilizam.
Grupos maiores possuem algumas regras regulatórias diferentes.
Os beneficiários que ingressarem dentro do prazo previsto pela ANS podem ter isenção de carência e de CPT.
Além disso, o reajuste anual passa a seguir as condições contratuais negociadas entre empresa e operadora, em vez do agrupamento aplicado aos contratos menores.
Nesse perfil, a análise deve considerar também:
sinistralidade;
utilização do grupo;
distribuição geográfica;
movimentação de vidas;
negociação contratual;
gestão do benefício.
A documentação varia conforme operadora, estrutura societária e beneficiários.
Normalmente, o processo envolve documentos da empresa e documentos das pessoas que serão incluídas.
Podem ser solicitados documentos que comprovem:
Podem ser solicitados:
Exemplos:
Evite comparar apenas mensalidades. Uma categoria básica de uma operadora não deve ser comparada diretamente com um produto premium de outra sem considerar a diferença de rede e benefícios.
Pesquise os hospitais, laboratórios e exames que realmente serão utilizados.
Observe carência, reajuste, coparticipação, reembolso, movimentação e regras de cancelamento.
A rede credenciada é uma das partes mais importantes da comparação.
Antes de contratar, pesquise:
Para empresas localizadas na capital e região metropolitana, a rede pode mudar bastante entre cidades e categorias de produto.
Vale conferir especificamente as opções disponíveis para:
Uma operadora pode apresentar excelente rede em determinada região e uma estrutura diferente em outra.
Para empresas elegíveis, pode ser uma alternativa interessante porque amplia as possibilidades de produtos disponíveis no mercado.
Mas a decisão deve ser baseada na combinação de:
empresa + beneficiários + região + rede + utilização + contrato.
Não existe uma única operadora que seja a melhor para todas as empresas.
Uma organização pode priorizar hospitais de referência.
Outra pode precisar de uma rede ampla no interior.
Outra pode valorizar reembolso.
Outra pode preferir uma solução regional com boa disponibilidade próxima aos colaboradores.
Por isso, uma comparação bem feita precisa ir além da mensalidade.
Informe o perfil da sua empresa e compare operadoras, hospitais, laboratórios, abrangência, coparticipação e outras características dos produtos disponíveis.

Para contratação por pessoa física.

Para incluir dependentes da mesma família.

Voltado para empresas de diferentes portes.

Para pequenas e médias empresas.

Para microempreendedores individuais.

O plano de saúde CNPJ é uma modalidade de contratação empresarial.
Plano CNPJ →
Disponível para entidades e associações.

Plano coletivo empresarial contratado por uma empresa para pessoas que possuem vínculo elegível com ela.
Plano para Funcionários →
Guia completo sobre planos para a terceira idade.

Opções de convênio médico para cães e gatos.
É um plano coletivo contratado por uma pessoa jurídica para pessoas que possuem vínculo elegível com a empresa e, quando previsto, seus dependentes.
Empresas e empresários individuais que atendam às regras de elegibilidade podem contratar. No caso do empresário individual, a ANS exige comprovação de atividade empresarial por pelo menos seis meses.
Sim, desde que cumpra as exigências aplicáveis ao empresário individual. Veja nosso conteúdo específico sobre plano de saúde para MEI.
A quantidade mínima comercial pode variar conforme operadora, produto e região. Por isso, é necessário analisar as opções disponíveis para cada empresa.
Pode existir inclusão de familiares como dependentes, desde que atendidas as regras de elegibilidade previstas no contrato. Consulte também nosso guia sobre dependentes.


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