
Entenda como pedir autorização de exames, cirurgias e internações, os prazos de resposta e o que fazer após uma negativa.

Alguns exames, tratamentos, terapias, cirurgias e internações precisam ser previamente analisados pela operadora antes de serem realizados.
Esse processo é conhecido como autorização, pré-autorização ou liberação de procedimento.
A operadora pode verificar:
se o procedimento está coberto;
se a carência foi cumprida;
se existe indicação médica;
se o pedido atende ao Rol da ANS;
se há Diretriz de Utilização;
se a documentação está completa;
se existe Cobertura Parcial Temporária;
se os materiais solicitados estão relacionados ao procedimento.
A autorização não deve ser confundida com o agendamento.
Primeiro, a operadora analisa o pedido.
Depois, o beneficiário ou o prestador confirma onde e quando o atendimento será realizado.
*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

A partir de

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A exigência depende da operadora, do produto e da complexidade do atendimento.
Podem precisar de autorização:
exames de imagem;
exames de alta complexidade;
internações eletivas;
sessões seriadas;
medicamentos administrados em ambiente hospitalar ou ambulatorial;
quimioterapia;
radioterapia;
procedimentos odontológicos;
órteses, próteses e materiais especiais;
remoções;
atendimento domiciliar, quando previsto;
procedimentos realizados fora da rede.
Consultas médicas simples e exames laboratoriais básicos podem não exigir autorização prévia em alguns produtos, mas isso deve ser confirmado com a operadora.
Quer entender se um plano com franquia realmente vale a pena para seu perfil? Compare opções individuais, familiares, empresariais, PME, MEI e por adesão considerando mensalidade, rede, cobertura, coparticipação, franquia e frequência de uso.
A solicitação pode ser feita por:
médico;
dentista;
clínica;
hospital;
laboratório;
beneficiário;
responsável legal.
Em muitos casos, o próprio prestador envia o pedido à operadora.
Mesmo assim, o beneficiário deve acompanhar o processo e guardar o protocolo.
Pedido médico legível
Nome técnico do procedimento
Código, quando disponível
Diagnóstico ou hipótese diagnóstica
Justificativa clínica
Quantidade de sessões
Materiais necessários
Assinatura e identificação do profissional
O pedido deve informar com clareza o procedimento recomendado. Pode incluir:
Verifique:
O envio pode ocorrer por:
Guarde:
Consulte o aplicativo, o portal ou a central até obter uma resposta formal.
Antes de realizar o procedimento, confirme se a autorização foi recebida e se não existem pendências.
A lista depende do procedimento.
Podem ser exigidos:
Carteirinha do plano
Documento com foto
Pedido médico ou odontológico
Relatório clínico
Prescrição
Exames anteriores
Laudos
Código do procedimento
Guia de solicitação
Relação de materiais
Orçamento
Documento do responsável
Para cirurgias ou procedimentos complexos, também podem ser solicitados:
histórico de tratamentos anteriores;
justificativa para a técnica indicada;
descrição de órteses e próteses;
imagens;
relatório do hospital;
indicação de internação;
estimativa de duração.
Desde julho de 2025, as operadoras devem responder às solicitações assistenciais nos seguintes prazos:
Esses prazos se referem à resposta da operadora ao pedido, e não necessariamente ao prazo para a realização efetiva do atendimento.
A operadora pode responder que:
o procedimento foi autorizado;
falta documentação;
o pedido precisa de complemento;
haverá análise técnica;
existe divergência;
o procedimento foi negado.
O prazo máximo para o beneficiário conseguir realizar o atendimento segue regras próprias de garantia de acesso.
Após o cumprimento das carências e quando existe cobertura, os prazos máximos gerais incluem:
É o período máximo para que o procedimento seja efetivamente disponibilizado.
A contagem deve considerar a data em que a solicitação assistencial foi registrada com as informações necessárias para análise.
Por isso, é importante:
obter protocolo;
confirmar o recebimento dos documentos;
verificar se o pedido está completo;
registrar eventuais solicitações adicionais;
guardar comprovantes de envio.
Quando a operadora solicita complementação legítima, o processo pode depender da entrega das novas informações.
O beneficiário deve pedir que a pendência seja informada de forma clara.
Significa que a operadora ainda não concluiu a avaliação do pedido.
Durante a análise, ela pode verificar:
cobertura contratual;
Diretriz de Utilização;
indicação médica;
CPT;
rede;
materiais;
necessidade de auditoria;
divergência técnica.
A expressão “em análise” não deve ser usada indefinidamente.
O beneficiário deve acompanhar o prazo, solicitar protocolo e pedir uma resposta objetiva.
Pode, desde que os documentos sejam necessários para analisar a cobertura ou a indicação do procedimento.
Exemplos:
relatório médico mais detalhado;
resultado de exame;
comprovação de tratamento anterior;
justificativa para determinado material;
quantidade de sessões;
descrição da técnica;
diagnóstico;
formulário específico.
A solicitação deve ser clara.
O beneficiário pode pedir que a operadora informe exatamente:
Qual documento está faltando?
Por que ele é necessário?
Quem deve emiti-lo?
Como deve ser enviado?
Qual é o prazo para análise após o envio?
Pode exigir solicitação emitida por profissional habilitado quando ela for necessária para justificar o procedimento.
O pedido deve ser compatível com a natureza do atendimento.
Pode ser emitido por:
médico;
cirurgião-dentista;
outro profissional legalmente habilitado, conforme o procedimento e as regras aplicáveis.
O documento deve estar legível e dentro do prazo de validade aceito pela operadora.
A validade pode variar conforme:
Algumas operadoras podem solicitar um pedido atualizado quando:
o documento é antigo;
houve mudança clínica;
o tratamento é seriado;
a autorização anterior venceu;
a frequência foi alterada.
Antes de enviar, confirme se existe exigência de prazo máximo entre a emissão e a solicitação.
Sim, a autorização pode ter validade limitada.
Ela pode ser emitida para:
uma única realização;
determinado hospital;
uma quantidade de sessões;
período específico;
procedimento e materiais definidos;
prestador determinado.
Antes de agendar, confirme:
Data de validade
Quantidade autorizada
Nome do procedimento
Materiais incluídos
Necessidade de nova autorização
Caso a autorização expire, pode ser necessário apresentar um novo pedido.
Para exames, a operadora pode verificar: indicação médica; tipo de exame; complexidade; rede; Diretriz de Utilização; carência; documentação.
A autorização cirúrgica costuma envolver:
pedido do cirurgião;
relatório médico;
equipe;
materiais;
órteses e próteses;
Antes da cirurgia, confirme se foram autorizados:
Procedimento principal
Procedimentos complementares
Honorários
Anestesia
Materiais
Próteses e órteses
Em internações eletivas, o médico ou hospital envia o pedido para análise.
A operadora pode verificar:
necessidade da internação;
procedimento;
cobertura hospitalar;
materiais;
previsão de permanência;
disponibilidade na rede.
Em casos de urgência e emergência, a resposta deve ser imediata, considerando as regras de cobertura aplicáveis.
Terapias contínuas podem ser autorizadas:
por sessão;
por pacote;
por período;
mediante renovação;
após avaliação inicial.
A operadora pode solicitar:
encaminhamento;
relatório;
frequência semanal;
plano terapêutico;
diagnóstico;
justificativa para continuidade.
A autorização administrativa não deve ser confundida com um limite geral de sessões imposto pela ANS.
É quando a operadora libera apenas parte do que foi solicitado.
Pode ocorrer, por exemplo, quando ela autoriza:
quantidade menor de sessões;
parte dos materiais;
técnica alternativa;
hospital diferente;
procedimento principal, mas não um item complementar.
O beneficiário deve solicitar uma explicação por escrito sobre o que foi autorizado e o que não foi liberado.
Qual item foi negado?
Qual foi o motivo?
Existe alternativa coberta?
O médico concorda com a alteração?
A autorização parcial prejudica o tratamento?
Auditoria médica é a análise técnica realizada pela operadora para verificar aspectos como:
indicação;
cobertura;
materiais;
quantidade;
compatibilidade clínica;
diretrizes;
alternativas.
A auditoria não substitui automaticamente o médico assistente.
Quando existe divergência técnico-assistencial, pode ser necessária uma junta médica ou odontológica.
A junta é um mecanismo utilizado quando há divergência entre o profissional que acompanha o paciente e a operadora sobre:
realização do procedimento;
técnica;
quantidade;
órtese;
prótese;
material especial.
Um terceiro profissional atua como desempatador da divergência técnico-assistencial.
A regulamentação da ANS prevê esse mecanismo quando há discordância entre a operadora e o profissional assistente.
motivo da divergência;
procedimento analisado;
profissional desempatador;
documentos utilizados;
prazo;
resultado;
impacto na autorização.
A junta não deve ser utilizada apenas como forma de atrasar o atendimento.
A operadora pode questionar tecnicamente a solicitação e propor uma alternativa, mas uma mudança não deve ocorrer de maneira arbitrária.
Quando houver divergência, devem ser considerados:
relatório médico;
necessidade clínica;
segurança;
eficácia;
equivalência;
cobertura;
materiais;
opinião do profissional assistente.
Em determinados casos, a divergência deve ser submetida à junta médica.
Não necessariamente.
Mesmo com a autorização, é importante confirmar:
quais itens foram liberados;
equipe;
materiais;
taxas particulares;
validade.
Uma autorização pode cobrir o procedimento principal, mas não incluir serviços particulares escolhidos pelo beneficiário.
Pode, quando o contrato prevê coparticipação.
A autorização confirma a possibilidade de realizar o procedimento, mas não elimina uma cobrança contratual válida.
Antes do atendimento, confira:
valor fixo;
percentual;
cobrança por sessão;
cobrança por exame;
teto de utilização;
regras de internação.
Pode apresentar negativa quando entende que existe:
ausência de cobertura;
segmentação incompatível;
Diretriz de Utilização não atendida;
documentação incompleta;
procedimento fora da rede;
CPT vigente;
falta de indicação clínica;
procedimento não previsto.
Uma negativa não significa necessariamente que a decisão esteja correta.
O beneficiário pode pedir esclarecimentos e solicitar reanálise.
A operadora deve fornecer uma resposta clara, indicando o motivo da ausência de autorização e a base contratual ou legal utilizada.
As regras atuais também reforçam que as solicitações assistenciais devem receber respostas dentro dos prazos aplicáveis.
A resposta deve permitir que o beneficiário entenda:
qual procedimento foi analisado;
qual item foi negado;
qual regra foi utilizada;
se falta algum documento;
se existe alternativa;
como solicitar reanálise.
Peça que a operadora informe a classificação do pedido:
A ANS orienta que o consumidor procure primeiro a operadora e, se o problema não for resolvido, registre uma reclamação com o número do protocolo.
Em casos urgentes, graves ou com risco de agravamento, pode ser necessário procurar orientação médica, jurídica ou de órgãos de defesa do consumidor.
Verifique:
Analise se o procedimento está previsto e se existem critérios específicos.
Confirme se o plano oferece cobertura ambulatorial, hospitalar ou obstétrica compatível.
Isso pode ser necessário em situações urgentes ou com risco à saúde.
Em uma situação urgente:
procure atendimento imediatamente;
apresente a carteirinha, quando possível;
peça que o prestador entre em contato com a operadora;
guarde protocolos e documentos;
solicite relatório médico;
não adie o atendimento por causa de uma discussão administrativa.
Os pedidos relacionados a urgência e emergência devem receber resposta imediata.
Antes de procurar a ANS:
entre em contato com a operadora;
explique o problema;
solicite solução;
guarde o protocolo.
Para registrar a reclamação, tenha:
Nome do beneficiário
CPF
Nome da operadora
Número de registro do plano
Protocolo
Pedido médico
Negativa
Documentos enviados
A ANS orienta que o consumidor tenha em mãos os dados do plano e o protocolo da reclamação feita à operadora.
Confira:
O pedido está legível?
O nome do procedimento está correto?
Existe relatório médico?
Os exames foram anexados?
O prestador pertence à rede?
A carência terminou?
Existe Diretriz de Utilização?
Há CPT vigente?
O protocolo foi anotado?
Qual é o prazo de resposta?
A autorização possui validade?
Todos os materiais foram liberados?
Existe coparticipação?
Além do preço, avalie:
Confira se há:
Avalie:
Quem faz exames, terapias ou tratamentos contínuos deve verificar como funciona a renovação das autorizações.
Pode exigir normalmente.
A modalidade de contratação não elimina as regras de autorização do produto.
Planos individuais, familiares, empresariais, para MEI e coletivos por adesão podem adotar processos de análise para:
materiais;
As diferenças podem estar nos canais, na rede, nas carências e nas condições comerciais.
Organizamos um glossário prático e direto com os principais termos que você encontrará antes, durante e depois da contratação do seu convênio, separados em grupos para facilitar a sua leitura e consulta.

Confira todos os Guias de Contratação para Planos de Saúde e tenha informações suficientes para contratar seu plano!

Define a área geográfica onde o plano oferece cobertura de atendimento (podendo ser municipal, estadual, nacional ou grupo de municípios).

Refere-se ao tipo de quarto disponível em caso de internação hospitalar, que pode ser enfermaria (leito coletivo) ou apartamento (quarto individual).

Acréscimo financeiro opcional no valor da mensalidade para que o beneficiário tenha cobertura imediata para procedimentos relacionados a uma doença preexistente.

Processo de validação prévia exigido pelas operadoras para liberar a realização de cirurgias, internações e exames de alta complexidade.

Conjunto de regras, prazos e direitos que orientam o encerramento do contrato do plano de saúde, seja a pedido do cliente ou por inadimplência.

Período estipulado em contrato que o cliente deve aguardar após a contratação para começar a utilizar determinados serviços (como 180 dias para exames complexos).

Regras de cobertura para intervenções cirúrgicas, englobando procedimentos eletivos (agendados), de urgência e emergência.

Restrição de no máximo 24 meses aplicada exclusivamente a cirurgias, leitos de alta tecnologia e procedimentos de alta complexidade ligados a uma doença preexistente.

Formato de contrato em que a mensalidade é menor, mas o cliente paga uma pequena taxa extra a cada consulta, exame ou procedimento que realiza.

Entenda como funcionam as consultas pelo plano de saúde, quais são cobertas, prazos da ANS, rede credenciada, coparticipação e reembolso.

Questionário obrigatório preenchido no ato da contratação para informar à operadora sobre a existência de doenças ou lesões prévias ao contrato.


Lista de documentos pessoais e comprovantes exigidos pela operadora e pela corretora para efetivar a contratação ou alteração do plano.

Condições clínicas, patologias ou lesões das quais o consumidor já saiba ser portador no momento do preenchimento da Declaração de Saúde.

Saiba para que serve a declaração de permanência do plano de saúde, como solicitar à operadora e quando ela é usada na portabilidade de carências.

Entenda o que são as Diretrizes de Utilização da ANS, como funcionam as DUTs, quando um procedimento tem critérios de cobertura e o que fazer em caso de negativa.

Entenda como funciona o contrato de plano de saúde e o que conferir sobre cobertura, carência, reajuste, coparticipação, vigência e cancelamento.

Saiba quando o plano de saúde pode pedir comprovante de residência, quais documentos podem ser solicitados e o que fazer se ele não estiver no seu nome.

Valor fixo estipulado em contrato (mais comum em seguros-saúde) que o cliente deve pagar por sua conta antes que a seguradora assuma as demais despesas médicas.

Normas, carências e abrangência da cobertura para o período em que o paciente precisa ficar internado em ambiente hospitalar ou UTI.

Diretrizes estabelecidas pela ANS sobre quais medicações o plano é obrigado a fornecer (como drogas quimioterápicas, medicações durante internação, etc.).

Segmento do plano focado na saúde reprodutiva, cobrindo o acompanhamento pré-natal, o parto e o atendimento do recém-nascido nos primeiros dias.

Direito garantido por lei que permite ao cliente mudar de plano ou operadora levando consigo os prazos de carência que já foram cumpridos.

Aumentos previstos no contrato da mensalidade, que ocorrem anualmente (pelos índices da ANS ou da operadora) ou quando o cliente muda de faixa etária.

Benefício que permite ao titular ser restituído por despesas médicas realizadas fora da rede credenciada do plano, respeitando os limites do contrato.

Lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar que define todos os exames, consultas, cirurgias e tratamentos que os planos são obrigados a cobrir.

Cobertura para acompanhamentos contínuos essenciais à saúde e reabilitação, englobando sessões de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, entre outras.

Entenda como funcionam os exames pelo plano de saúde, quais são cobertos, autorização, carência, prazos da ANS, laboratórios e o que fazer em caso de negativa.

Saiba quando é possível pedir a reativação do plano de saúde após cancelamento, inadimplência ou suspensão e entenda como solicitar à operadora.

Entenda como funciona a mensalidade do plano de saúde, o que define o preço, reajustes, faixa etária, atraso no pagamento e como economizar.

Entenda como funciona a entrevista de saúde do plano de saúde, o que pode ser perguntado, relação com a Declaração de Saúde, doenças preexistentes e CPT.

Recebeu uma carta de não ingresso no plano de saúde? Entenda o que significa, possíveis motivos, o que conferir e quais providências tomar.

á teve um plano de saúde e quer voltar para a mesma operadora? Saiba quando pode contratar novamente, o que é repique e como ficam carências e condições do novo plano.

Entenda o que é a vigência do plano de saúde, quando o contrato começa a valer e qual a diferença entre vigência, carência e início da cobertura.

Saiba se o plano de saúde cobre vacinas, quando pode haver cobertura em clínicas particulares, como consultar o contrato e quais opções existem pelo SUS.
Não. A exigência varia conforme o procedimento, a operadora e o produto.
A resposta deve ser imediata em urgência e emergência, em até 10 dias úteis para alta complexidade ou internação eletiva e em até 5 dias úteis nos demais pedidos assistenciais.
Não. A resposta ao pedido e a realização efetiva do procedimento possuem prazos diferentes.
Pode, quando o documento é necessário para analisar a indicação e a cobertura.
Pode ter. Confira a data, a quantidade autorizada e o prestador indicado.


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