
Precisa fazer uma ressonância magnética pelo plano de saúde?
Antes de agendar, é importante verificar se o exame está coberto, se precisa de autorização e quais hospitais, clínicas ou centros de diagnóstico fazem parte da rede do produto específico contratado.

A ressonância magnética está contemplada no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS em diferentes modalidades, respeitadas as condições aplicáveis ao plano e ao procedimento.
O Rol estabelece a cobertura assistencial obrigatória conforme a segmentação contratada para planos comercializados a partir de 2 de janeiro de 1999 e para planos antigos adaptados à Lei nº 9.656/1998.
O Anexo I atual inclui, entre outros, exames como:
ressonância magnética de crânio;
ressonância magnética de coluna cervical, dorsal ou lombar;
ressonância magnética de abdome superior;
ressonância magnética articular;
ressonância magnética de coração;
ressonância magnética de tórax;
ressonância magnética fetal.
Isso não significa, porém, que o beneficiário possa realizar qualquer ressonância, em qualquer clínica, simplesmente apresentando a carteirinha.
É necessário verificar as condições do exame solicitado.
*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

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A forma mais segura é consultar a rede oficial da operadora.
Procure pela categoria de exames de imagem, diagnóstico por imagem ou diretamente por ressonância magnética.
Depois, confira:
nome exato do seu produto;
unidade do centro de diagnóstico;
tipo de ressonância solicitada;
necessidade de autorização;
disponibilidade para agendamento.
Uma clínica informar que aceita determinada operadora não significa que todos os produtos dessa operadora sejam atendidos.
Compare opções considerando centros de diagnóstico, laboratórios, hospitais, cobertura, rede credenciada e valores.
Isso depende da operadora, produto e região.
A rede pode incluir:
centros de diagnóstico por imagem;
clínicas de imagem;
serviços especializados em diagnóstico.
Nesta página, o objetivo é ajudar o usuário a encontrar onde realizar ressonância magnética pela rede credenciada, e não criar uma lista universal de clínicas que serviria para qualquer plano.
A rede precisa ser consultada para o produto específico.
Sim.
Esse é um dos principais cuidados na pesquisa.
Uma operadora pode comercializar diversos produtos com redes diferentes.
Assim:
“A clínica aceita a operadora” não significa “a clínica atende todos os planos dessa operadora”.
Também pode haver diferença entre unidades da mesma rede de diagnóstico.
Confirme sempre o nome completo do produto.
A ressonância é um exame diagnóstico realizado a partir de uma indicação assistencial.
Para utilização pelo plano, é importante possuir a documentação necessária para identificar corretamente o exame solicitado e cumprir o processo estabelecido para sua realização.
A clínica ou operadora poderá orientar sobre os documentos necessários para o agendamento e autorização.
Evite agendar apenas dizendo “preciso fazer uma ressonância”.
O pedido deve permitir identificar qual região e qual exame foi solicitado.
Pode exigir autorização prévia, conforme o fluxo da operadora e do produto.
Por ser classificada no Rol como Procedimento de Alta Complexidade (PAC), a ressonância merece atenção especial ao processo de liberação.
Antes do agendamento, confirme:
se precisa de autorização;
quem solicita a autorização;
quais documentos são necessários;
se a clínica faz a solicitação diretamente;
qual exame foi efetivamente autorizado.
Não.
Esse ponto é importante.
O prazo utilizado internamente para analisar uma autorização não deve ser confundido automaticamente com o prazo máximo de garantia de atendimento estabelecido pela ANS.
A ANS estabelece prazos para que o beneficiário consiga efetivamente realizar os atendimentos cobertos, depois de cumpridas as carências aplicáveis.
Portanto:
autorização → processo de liberação do exame;
garantia de atendimento → prazo para acesso efetivo ao procedimento.
A ressonância magnética aparece no Rol classificada como PAC — Procedimento de Alta Complexidade.
A ANS estabelece atualmente prazo máximo de 21 dias úteis para Procedimentos de Alta Complexidade, depois de cumpridas as carências aplicáveis e respeitada a cobertura contratada.
Portanto, para a ressonância enquadrada como PAC, a referência de garantia de atendimento é:
até 21 dias úteis.
Esse prazo não significa que a operadora tenha 21 dias apenas para “responder à autorização”. O objetivo da regra é garantir acesso ao atendimento dentro do prazo aplicável.
Não.
A ANS esclarece que os prazos máximos valem para atendimento por um dos profissionais ou estabelecimentos aptos da rede, e não necessariamente pelo prestador de preferência do consumidor.
Se uma clínica específica só tiver horário para daqui a 40 dias, mas outro centro de diagnóstico apto puder realizar o exame dentro do prazo, a operadora poderá direcionar o beneficiário para esse estabelecimento.
Depois de procurar os prestadores disponíveis e não conseguir realizar o exame dentro do prazo, entre em contato com a operadora.
Solicite uma alternativa e guarde o número e a data do protocolo.
A ANS orienta que, quando não houver prestador da rede disponível dentro do prazo, a operadora deve indicar uma alternativa e, nas condições regulamentares, pode ter que indicar estabelecimento inclusive fora da rede e custear o atendimento.
Não escolha simplesmente uma clínica particular, pague e presuma que haverá reembolso integral.
Primeiro procure a operadora.
Pode haver carência, dependendo da modalidade e da situação da contratação.
Para planos novos ou adaptados, a ANS estabelece como limite legal máximo 180 dias para as demais situações, além dos prazos específicos de 24 horas para urgência/emergência e 300 dias para parto a termo. A operadora pode estabelecer períodos menores.
Mas existe um cuidado importante:
Não é correto dizer simplesmente que “ressonância sempre tem 180 dias de carência”.
Esse é o limite máximo geral aplicável às demais situações quando há carência, não uma determinação de que toda ressonância obrigatoriamente tenha 180 dias.
Verifique o contrato e a situação de ingresso.
Sim.
No Rol da ANS, os procedimentos de ressonância magnética aparecem marcados como PAC, sigla utilizada para Procedimento de Alta Complexidade.
Essa classificação é importante para compreender tanto as condições contratuais quanto o prazo máximo de garantia de atendimento.
O Rol contempla diversas modalidades.
Entre os exemplos atualmente encontrados estão:
Ressonância magnética de crânio (encéfalo)
Ressonância magnética de coluna cervical, dorsal ou lombar
Ressonância magnética de abdome superior
Ressonância magnética de articulação temporomandibular
Ressonância magnética de bacia
Ressonância magnética articular
Ressonância magnética de tórax
Ressonância magnética de coração
Ressonância magnética fetal
Ressonância magnética de mão
Ressonância magnética de pé
Ressonância magnética de órbitas
A nomenclatura utilizada pelo médico e pela clínica pode variar, por isso o pedido deve ser analisado corretamente durante a autorização.
O Rol da ANS contempla ressonância magnética de coluna cervical, dorsal ou lombar, dentro das segmentações indicadas no próprio Rol.
A realização pelo plano depende das condições aplicáveis, incluindo cobertura contratada, carência quando existente, indicação e processo de autorização.
Também é necessário escolher um prestador disponível na rede correspondente ao produto.
Sim.
O Rol inclui ressonância magnética de crânio (encéfalo), classificada como procedimento diagnóstico por imagem e PAC.
A confirmação do atendimento deve considerar o produto e a rede.
O Rol contempla modalidades de ressonância relacionadas a articulações, incluindo ressonância magnética articular.
Para um pedido específico de joelho, a nomenclatura e o código correspondentes devem ser conferidos durante o processo de autorização.
Não escolha o exame por conta própria apenas com base no nome popular.
O Rol inclui, entre outros procedimentos, ressonância magnética de abdome superior, envolvendo estruturas especificadas no próprio Rol.
A cobertura do exame concreto deve ser confirmada de acordo com a solicitação médica e as regras aplicáveis.
Compare opções considerando centros de diagnóstico, hospitais, laboratórios, abrangência, cobertura e mensalidade.
Não é adequado afirmar genericamente que qualquer utilização de contraste em qualquer ressonância estará automaticamente coberta apenas porque o exame principal está no Rol.
A solicitação precisa ser analisada de acordo com o procedimento indicado e as condições assistenciais aplicáveis.
Se o pedido mencionar contraste, confirme com a operadora e com a clínica se a autorização contempla exatamente o exame solicitado.
Também pode precisar.
A ausência de contraste não significa automaticamente dispensa de autorização.
O processo administrativo depende da operadora, do produto e do procedimento.
Por isso, sempre confirme antes de comparecer ao centro de diagnóstico.
Não trate a sedação como parte automática de qualquer ressonância.
Quando houver necessidade de sedação, ela deve ser analisada especificamente de acordo com a indicação, o procedimento e as condições aplicáveis.
Além disso, nem todo centro que realiza ressonância possui necessariamente a mesma estrutura para exames que demandem sedação.
Confirme isso antes do agendamento.
Pode haver cobertura conforme o exame indicado e as regras aplicáveis.
Para crianças, é particularmente importante confirmar com o centro de diagnóstico:
faixa etária atendida;
estrutura disponível;
necessidade de preparo;
eventual sedação quando clinicamente indicada e autorizada;
documentação necessária.
Não faça preparação ou jejum por conta própria sem receber orientação do serviço responsável.
Consulte a rede do seu plano utilizando sua localização.
Você pode procurar centros de diagnóstico por:
bairro;
CEP;
região.
Depois filtre pelo exame solicitado.
No Dicas de Planos de Saúde, as páginas de prestadores também podem ajudar a identificar centros de diagnóstico e laboratórios que trabalham com diferentes operadoras.
Mas a confirmação final deve ser feita com a rede atual do produto específico.
Sim, quando o hospital possui o serviço e está disponível na rede correspondente ao atendimento.
Alguns hospitais possuem centros próprios de diagnóstico por imagem.
Outros planos direcionam exames eletivos para clínicas e centros especializados.
O importante é verificar onde a operadora disponibiliza o procedimento para o seu produto.
Não, se a intenção é utilizar a rede credenciada.
Você precisa verificar quais estabelecimentos estão disponíveis para o seu produto.
Caso escolha um prestador fora da rede, as condições podem ser diferentes e eventual reembolso dependerá das regras do plano e da situação.
Não considere o reembolso automático.
Se o produto possui previsão de livre escolha/reembolso, verifique previamente as condições.
Se o problema for falta de prestador disponível dentro do prazo, entre primeiro em contato com a operadora, obtenha um protocolo e solicite uma solução.
A própria ANS orienta esse procedimento antes de o beneficiário buscar uma alternativa por conta própria.
Pode, se o produto contratado tiver coparticipação aplicável ao exame.
Nesse caso, o beneficiário pode ter uma cobrança conforme as condições contratuais.
Coparticipação não significa que a ressonância esteja sendo realizada como exame particular.
Antes do exame, consulte as condições do produto se quiser estimar a cobrança.
As orientações de preparo dependem do exame e do protocolo utilizado pelo serviço de diagnóstico.
Por segurança, esta página não deve fornecer um preparo genérico para toda ressonância.
Siga as instruções fornecidas pela clínica ou hospital responsável pelo exame.
Isso é especialmente importante quando houver contraste, sedação ou outras condições específicas.
A compatibilidade com ressonância precisa ser avaliada pelo serviço de saúde responsável antes do exame.
Informe ao centro de diagnóstico sobre dispositivos, implantes ou outros materiais relevantes e siga as orientações profissionais.
Não omita essas informações durante a triagem.
Esta página tem foco em rede credenciada e cobertura, e não substitui a avaliação de segurança realizada pela equipe responsável pelo exame.
Se exames de alta complexidade são relevantes para seu perfil, vale pesquisar a rede antes de contratar.
Compare:
centros de diagnóstico próximos;
hospitais com diagnóstico por imagem;
abrangência geográfica;
demais características do produto.
Não escolha apenas pela quantidade total de prestadores.
O mais importante é encontrar uma rede adequada às regiões que você utiliza.
Antes do exame, confira:
1. Nome exato do produto.
2. Tipo de ressonância solicitada.
4. Unidade correta.
5. Autorização, quando exigida.
6. Documentos necessários.
7. Orientações de preparo fornecidas pelo prestador.
8. Data e horário.
9. Eventual coparticipação prevista no produto.
Isso reduz a chance de chegar ao estabelecimento e descobrir que existe uma pendência.
Compare opções considerando centros de diagnóstico, hospitais, laboratórios, cobertura, abrangência e valores.
Entenda a cobertura, a autorização e como localizar unidades credenciadas.
Veja quando pode ser necessária autorização e onde realizar o procedimento.
Consulte redes para análises clínicas, exames de imagem, vacinas e check-up.
Clique nas opções de Exames para acessar a página detalhada
O Rol da ANS contempla diversas modalidades de ressonância magnética, respeitadas a segmentação do plano e as demais condições aplicáveis.
Sim. Os procedimentos de ressonância aparecem classificados como PAC no Rol da ANS.
Para procedimentos de alta complexidade, a ANS estabelece prazo máximo de garantia de atendimento de 21 dias úteis, observadas carências e cobertura.
Pode exigir autorização prévia conforme a operadora, o produto e o procedimento.


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