
Você sabe quanto seu plano de saúde realmente custa quando soma a mensalidade às cobranças de consultas, exames e outros atendimentos?
Com a nossa Calculadora de Coparticipação do Plano de Saúde, você informa o valor mensal do contrato, estima sua utilização e descobre quanto poderá gastar no mês e em 12 meses.

Informe a mensalidade do plano e uma estimativa dos atendimentos que você costuma utilizar.
Conheça opções considerando mensalidade, possíveis cobranças por utilização, rede hospitalar e seu orçamento. Comparar planos
A coparticipação é uma cobrança adicional à mensalidade relacionada à utilização de determinados serviços de saúde, conforme as condições previstas no contrato.
A ANS explica que existem planos com mensalidade fixa e outros que acrescentam valores por atendimentos, consultas ou exames realizados.
Isso significa que duas pessoas com o mesmo plano podem apresentar gastos mensais diferentes se utilizarem quantidades distintas de serviços sujeitos à coparticipação.
Por exemplo, uma pessoa que não realizou consultas ou exames em determinado mês pode pagar somente a mensalidade, enquanto outra pode receber cobranças adicionais pelos atendimentos realizados.
A forma e o momento dessas cobranças dependem das regras do produto.
O cálculo depende de como a operadora estabelece os valores para cada serviço.
Para simular um contrato que prevê valores fixos por atendimento, podemos utilizar a seguinte fórmula:
Coparticipação mensal = (consultas × valor por consulta) + (exames × valor por exame) + outras coparticipações
Depois, somamos o resultado à mensalidade:
Custo mensal total = mensalidade + coparticipações estimadas
Imagine o seguinte cenário:
Nesse exemplo, a pessoa teria um gasto estimado de R$ 870 no mês, considerando a utilização informada. Todos os valores são ilustrativos e não representam preços de uma operadora específica.
Se seu contrato estabelece uma cobrança fixa por consulta, multiplique esse valor pela quantidade de consultas realizadas.
Por exemplo:
3 consultas × R$ 35 de coparticipação = R$ 105
Caso existam valores diferentes por especialidade, é necessário considerar cada cobrança separadamente.
A nossa calculadora trabalha com um valor médio informado pelo usuário para produzir uma estimativa simples.
Alguns contratos podem prever cobranças relacionadas a terapias, atendimentos e outros serviços.
Por isso, nossa calculadora possui o campo “Outras coparticipações mensais”, que permite acrescentar uma estimativa dessas despesas sem precisar cadastrar cada procedimento separadamente.
Imagine que você costuma gastar aproximadamente R$ 120 por mês com coparticipações de outros atendimentos.
Basta inserir R$ 120 nesse campo para incluir a despesa no resultado.
Esse valor será somado às coparticipações de consultas e exames.
Além de mostrar o gasto em reais, nossa ferramenta calcula o peso percentual da coparticipação dentro do total mensal estimado.
No exemplo anterior:
Mensalidade: R$ 700 - Coparticipações: R$ 170 - Total mensal: R$ 870
A participação das coparticipações no gasto total será de aproximadamente 19,5%.
Isso significa que, nesse cenário, quase um quinto do valor mensal estaria relacionado às cobranças de utilização.
Essa informação pode ajudar a entender se o custo variável está representando uma parcela relevante do seu orçamento.
O custo anual depende da frequência dos atendimentos e das cobranças previstas no contrato. Se você mantiver aproximadamente o mesmo padrão de utilização durante 12 meses, poderá fazer uma projeção:
Observe que os R$ 2.040 de coparticipações representam uma despesa adicional às mensalidades. Essa projeção não significa que você necessariamente gastará o mesmo valor todos os meses. O resultado real depende dos atendimentos realizados e de eventuais alterações de preço.
Pode, dependendo da diferença entre as mensalidades e do volume de utilização. Compare duas propostas hipotéticas:
Nesse exemplo, o plano com coparticipação possui mensalidade menor, mas apresenta gasto estimado maior devido à utilização. Em um cenário com menos atendimentos, a relação entre os custos poderia ser diferente. Por isso, não compare apenas o preço da mensalidade. Considere também as cobranças previstas e sua utilização esperada.
Compare outras opções considerando o gasto mensal total, e não apenas o preço anunciado da mensalidade.
Se o custo total estimado ficou acima do esperado, vale conhecer outras configurações de plano.
Uma mensalidade menor pode vir acompanhada de coparticipação, enquanto outro produto pode oferecer uma estrutura de cobrança diferente.
A comparação precisa considerar também a rede e as coberturas.
*Valores referenciais para planos de entrada e sujeitos a variações conforme idade, região, rede credenciada e modalidade de contratação.

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Não existe um único percentual que possa ser aplicado automaticamente a todas as consultas, exames e atendimentos de todos os produtos.
O valor e a forma de cobrança precisam ser conferidos nas condições do contrato que você está analisando.
A ANS mantém discussões regulatórias sobre mecanismos financeiros de regulação, incluindo coparticipação e franquia, com atenção à transparência, aos limites de cobrança e à proteção dos beneficiários.
Por isso, não use um percentual genérico encontrado na internet como se fosse a regra do seu plano.
Solicite a tabela ou as condições de coparticipação da operadora e utilize esses dados na calculadora.
A mensalidade é uma cobrança recorrente, mas os valores de coparticipação dependem dos atendimentos realizados e das condições do contrato.
Também é importante verificar quando a operadora lança essas despesas, porque a cobrança de um atendimento pode aparecer depois do mês em que o serviço foi utilizado.
Por isso, o total calculado por nossa ferramenta representa uma estimativa baseada no uso mensal informado, e não uma previsão exata do boleto de determinado mês.
Não.
Um plano sem coparticipação elimina esse modelo de cobrança pela utilização coberta, mas isso não significa que qualquer serviço de saúde será automaticamente incluído.
A cobertura depende do tipo de plano, do contrato e das regras aplicáveis.
A ANS explica que o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde estabelece coberturas obrigatórias de acordo com a segmentação assistencial contratada.
Despesas particulares e serviços fora da cobertura precisam ser analisados separadamente.
A existência de coparticipação, por si só, não permite concluir que um plano possui cobertura menor.
São características diferentes:
Cobertura: define os serviços incluídos no contrato.
Rede credenciada: indica onde os atendimentos podem ser realizados.
Coparticipação: estabelece a participação financeira do beneficiário quando utiliza determinados serviços.
A ANS orienta que cobertura, rede credenciada, abrangência e forma de cobrança sejam avaliadas na contratação.
Considere a utilização esperada de todos os beneficiários incluídos no contrato. Imagine uma família de três pessoas:
Se você pretende simular o custo do contrato inteiro, informe 4 consultas e 3 exames na calculadora. Depois, acrescente eventuais outras coparticipações previstas para o grupo. Isso permite uma visão mais próxima do gasto familiar do que calcular apenas a utilização do titular.
Se você recebeu uma proposta de plano com coparticipação, peça os valores previstos para os atendimentos que costuma utilizar.
Depois, siga este processo:
Informe a mensalidade da proposta.
Estime a quantidade de consultas e exames mensais de todos os beneficiários.
Insira os valores de coparticipação previstos no contrato.
Acrescente outras despesas de utilização que sejam relevantes.
Compare o resultado mensal e anual com propostas alternativas.
Não é necessário prever com exatidão todos os atendimentos do próximo ano.
A ideia é utilizar a simulação como ferramenta de planejamento e comparação.
Nesse caso, vale prestar especial atenção ao custo acumulado das coparticipações.
Consultas regulares, exames recorrentes e terapias podem tornar a despesa mensal mais variável.
A calculadora ajuda a visualizar esse efeito antes de escolher um produto, mas não determina que um modelo seja sempre mais econômico.
O resultado financeiro depende da mensalidade, das cobranças contratuais e da frequência de utilização.
Se quiser uma orientação inicial sobre qual modelo vale pesquisar primeiro, faça também nosso quiz Com ou sem coparticipação?.
Comece definindo quanto você pode gastar por mês com o plano de saúde.
Depois, divida esse limite entre mensalidade e uma reserva para possíveis cobranças de utilização.
Por exemplo:
Orçamento mensal disponível: R$ 1.000
Reserva para coparticipações: R$ 150
Limite para mensalidade: R$ 850
Essa separação ajuda a avaliar propostas sem depender exclusivamente da mensalidade anunciada.
Você pode complementar essa análise usando nossa ferramenta Quanto de plano de saúde cabe no meu orçamento?.
Pode valer a pena comparar outras opções quando as despesas de utilização estão tornando o custo total difícil de administrar.
Mas não considere apenas a coparticipação.
Confira também hospitais, laboratórios, abrangência, acomodação, carências e preço da nova mensalidade.
Se você já possui plano, verifique a possibilidade de portabilidade de carências antes de cancelar o contrato atual.
A mudança deve considerar tanto o impacto financeiro quanto a continuidade da cobertura.
Compare alternativas com diferentes formas de cobrança considerando seu orçamento, frequência de utilização e hospitais desejados.
Compare as opções disponíveis e encontre o plano ideal.


Simula a porcentagem e o valor final da mensalidade após os reajustes anuais ou por faixa etária.

Mapeia os prazos contratuais de espera para uso de procedimentos de emergência, exames e internações.

Identifica a mudança de faixa etária e prevê o aumento no valor do plano de acordo com a idade.

Projetos de gastos globais com mensalidades e taxas para planejamento financeiro de longo prazo.

Estima o valor adicional cobrado por exames, consultas e procedimentos em planos coparticipativos.

Uma calculadora de IMC é uma ferramenta digital ou matemática usada para descobrir o Índice de Massa Corporal (IMC), um parâmetro internacional adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para avaliar se uma pessoa está com o peso adequado, abaixo do peso, com sobrepeso ou obesidade.

Uma calculadora gestacional é uma ferramenta digital usada para estimar a data provável do parto (DPP) e a idade gestacional atual em semanas e dias, com base no período da gravidez.

Analisador comparativo que calcula qual modelo traz o melhor custo-benefício conforme seu perfil de uso.

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Planejador financeiro que indica a faixa de preço de plano ideal com base na sua renda familiar.

Teste de perfil que recomenda o modelo de acomodação, abrangência e tipo de operadora ideal.
Se o contrato prevê um valor fixo por atendimento, multiplique a quantidade de utilizações pelo valor correspondente e some todas as cobranças.
Depois, acrescente o resultado à mensalidade para obter o custo total estimado.
Multiplique a quantidade de consultas pelo valor de coparticipação previsto no contrato.
Se houver valores diferentes conforme o atendimento, calcule-os separadamente.
Considere a quantidade de exames e o valor de coparticipação de cada procedimento.
Nossa ferramenta permite informar um valor médio para facilitar a simulação.
Não. Os valores são informados pelo usuário.
A ferramenta não consulta tabelas, contratos ou sistemas de operadoras.
Sim, por meio do campo de outras coparticipações mensais.
Você pode inserir uma estimativa das despesas adicionais relacionadas a esses atendimentos.
Some a mensalidade com as coparticipações estimadas.
O resultado representa o custo mensal previsto para o cenário informado.


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