Dicas de Planos de Saúde
Exames e Autorizações

Plano de saúde pode negar exame solicitado pelo médico?

Plano de saúde pode negar exame pedido pelo médico? Entenda quando a negativa pode ocorrer, o papel do Rol da ANS, DUT, carência e o que fazer para contestar.

6 min de leitura
Profissional de saúde coletando sangue do braço de um paciente para exame laboratorial em um laboratório

Sim, um plano de saúde pode negar um exame solicitado pelo médico em algumas situações, mas a existência de uma prescrição médica não pode ser simplesmente ignorada e a negativa precisa ter uma justificativa identificável.

A operadora pode analisar, entre outros pontos, se o procedimento está coberto pelo tipo de plano contratado, se existe carência, se há critérios de uma Diretriz de Utilização e se a documentação clínica necessária foi apresentada.

A ANS estabelece o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que define a cobertura assistencial obrigatória de acordo com o tipo de plano. Por isso, a indicação médica é fundamental, mas precisa ser analisada junto às regras de cobertura aplicáveis.

Seu exame foi negado mesmo com pedido médico?

Veja como funciona a autorização de procedimentos, consulte o Rol da ANS e confira se o prazo máximo de atendimento está sendo respeitado.

Se o médico pediu o exame, o plano é obrigado a autorizar?

Não automaticamente.

O pedido médico demonstra que um profissional de saúde considera o exame necessário para diagnóstico ou acompanhamento do paciente.

Mas a cobertura pelo plano também depende de fatores como:

A ANS informa que o Rol define os exames, consultas e tratamentos de cobertura obrigatória de acordo com cada tipo de plano.

Quais são os principais motivos para o plano negar um exame?

Uma negativa pode ocorrer por diferentes razões.

Entre as mais comuns estão:

Carência

O beneficiário ainda pode estar dentro do período de carência aplicável ao procedimento.

Tipo de cobertura

O contrato do plano pode não possuir a segmentação necessária para aquele atendimento.

Diretriz de Utilização

Determinados procedimentos possuem critérios específicos previstos nas Diretrizes de Utilização.

Documentação insuficiente

Pode faltar:

  • laudo;

  • relatório;

  • pedido completo;

  • exame anterior;

  • justificativa clínica.

Divergência administrativa

Também pode haver:

  • código incorreto;

  • pedido cadastrado de forma errada;

  • documento ilegível;

  • falha entre clínica e operadora.

Por isso, nem toda falta de autorização significa que o procedimento foi definitivamente negado.

Pedido médico e cobertura são a mesma coisa?

Não.

O pedido médico responde principalmente à pergunta:

“Qual procedimento o médico considera necessário?”

A análise de cobertura responde a outra:

“Esse procedimento está coberto por este plano e nestas condições?”

As duas questões estão relacionadas, mas não são idênticas.

O plano pode substituir a opinião do médico?

A operadora pode avaliar a cobertura administrativa e regulatória do procedimento.

Isso é diferente de simplesmente ignorar a indicação clínica.

Se houver divergência, peça sempre:

  • motivo da decisão;

  • regra aplicada;

  • justificativa formal;

  • protocolo.

As regras de atendimento da RN nº 623/2024 reforçam a necessidade de clareza, transparência, rastreabilidade e resolução efetiva das solicitações do beneficiário.

O plano pode negar porque o exame não está no Rol da ANS?

Essa é uma das justificativas que pode aparecer, mas precisa ser analisada com cuidado.

O Rol da ANS estabelece a cobertura assistencial obrigatória para os planos regulamentados, conforme a segmentação contratada.

Porém, antes de aceitar uma resposta genérica como:

“não está no Rol”

peça que a operadora informe:

  • nome exato do procedimento;

  • código;

  • fundamento da negativa;

  • regra utilizada.

Isso ajuda a verificar se a resposta corresponde realmente ao exame solicitado.

Se estiver no Rol, o plano é obrigado a autorizar?

Ainda é necessário verificar as demais condições.

Um exame pode estar no Rol e também depender de:

Ou seja, estar no Rol é um elemento importante da análise, mas não é o único.

O que é uma Diretriz de Utilização?

A Diretriz de Utilização da ANS, ou DUT, estabelece critérios clínicos para a cobertura obrigatória de determinados procedimentos.

Em alguns casos, pode ser necessário demonstrar:

  • diagnóstico;

  • sintomas;

  • tratamento anterior;

  • resultado de exames;

  • histórico clínico;

  • indicação específica do especialista.

Por isso, o médico pode precisar elaborar um relatório mais detalhado.

O plano pode negar porque não cumpri a DUT?

Pode haver uma negativa fundamentada no entendimento de que os critérios da DUT não foram preenchidos.

Nesse caso, peça:

  1. qual DUT foi aplicada;

  2. qual critério a operadora entende que não foi atendido;

  3. quais documentos foram analisados.

Depois, leve essa informação ao médico.

Pode existir uma situação em que o critério foi atendido, mas não estava suficientemente documentado.

O plano pode pedir laudo mesmo com pedido médico?

Sim.

O pedido médico pode ser curto, enquanto o laudo explica o contexto clínico.

Por exemplo:

Pedido: “ressonância magnética de coluna lombar.”

Um relatório pode acrescentar:

  • sintomas;

  • duração da dor;

  • déficit neurológico;

  • tratamentos realizados;

  • exames anteriores;

  • suspeita diagnóstica.

Isso pode ser relevante para a autorização do procedimento.

E se o plano pedir exames anteriores?

Também pode ocorrer quando os documentos forem necessários para analisar os critérios do procedimento.

Podem ser solicitados:

Se isso acontecer, pergunte exatamente qual documento é necessário e por quê.

O plano pode negar uma ressonância pedida pelo médico?

Pode haver negativa, mas é necessário verificar o fundamento.

A ressonância magnética pode envolver:

  • cobertura;

  • carência;

  • documentação;

  • classificação como procedimento de alta complexidade;

  • eventual DUT aplicável ao procedimento específico.

Se a ressonância for negada, peça a justificativa formal antes de tomar qualquer medida.

E uma tomografia?

A mesma lógica vale para a tomografia.

Dependendo do procedimento, podem ser analisados:

  • indicação clínica;

  • contraste;

  • documentação;

  • Rol;

  • critérios específicos;

  • carência.

Uma simples mensagem “não autorizado” não é suficiente para entender o problema.

E ultrassom?

Um ultrassom pode ter um processo administrativo mais simples, mas também pode existir necessidade de autorização dependendo do produto e do procedimento.

Se houver negativa, siga o mesmo roteiro:

protocolo → motivo → documentação → cobertura → contestação.

E mamografia?

A mamografia também pode estar sujeita aos fluxos administrativos do plano.

É importante distinguir:

pedido médico

de

autorização administrativa

e de

cobertura obrigatória.

São conceitos diferentes.

E exames de sangue?

Muitos exames laboratoriais têm liberação mais simples.

Mas exames laboratoriais especializados podem ter critérios diferentes.

Por isso, a análise deve considerar o exame específico.

O plano pode negar um exame por carência?

Pode.

A carência representa o período que pode existir entre a entrada no plano e o direito de utilizar determinadas coberturas.

A ANS também informa que seus prazos máximos de atendimento pressupõem que a carência aplicável já tenha sido cumprida.

Confira:

  • data de contratação;

  • início da vigência;

  • modalidade;

  • carências aproveitadas;

  • procedimento solicitado.

Você também pode usar a calculadora de carência.

E se fiz portabilidade?

Se você realizou portabilidade de carências, verifique quais períodos foram aproveitados.

Uma negativa por carência pode precisar ser analisada à luz da portabilidade realizada.

Use também a ferramenta Posso fazer portabilidade?.

Doença preexistente pode afetar a cobertura?

Pode existir uma situação relacionada a doença ou lesão preexistente, principalmente quando houve contratação com Cobertura Parcial Temporária.

A CPT pode afetar determinados procedimentos de alta complexidade ligados à condição declarada durante o período aplicável.

Por isso, uma negativa por CPT deve ser diferenciada de uma negativa por Rol ou documentação.

O plano pode negar porque o exame foi pedido por médico particular?

O fato de o pedido ter sido emitido por um médico fora da rede não deve ser confundido automaticamente com ausência de cobertura.

Se houver negativa exclusivamente por esse motivo, peça à operadora que explique formalmente:

  • qual regra contratual está sendo utilizada;

  • qual é o fundamento da recusa;

  • se há necessidade de alguma etapa adicional.

Não aceite apenas uma resposta verbal.

O plano pode exigir que eu passe com outro médico?

Se isso for solicitado como parte do processo de avaliação, peça esclarecimentos.

Pergunte:

  • por que a nova avaliação é necessária;

  • qual é a regra utilizada;

  • quem será o profissional;

  • se há custo;

  • qual será o impacto no prazo da autorização.

Toda etapa adicional deve ser rastreável.

Quanto tempo o plano pode levar para responder?

Isso depende do tipo de procedimento.

Além dos prazos máximos para realização do atendimento, a RN nº 623/2024 estabelece regras de resposta às solicitações dos beneficiários e reforça a necessidade de resolutividade no atendimento.

Para saber o prazo de realização do procedimento, consulte nossa ferramenta de prazo máximo de atendimento da ANS.

Quais são os principais prazos para exames?

A ANS estabelece atualmente:

Tipo de atendimentoPrazo máximo
Análises clínicas3 dias úteis
Demais serviços de diagnóstico e terapia ambulatorial10 dias úteis
Procedimentos de alta complexidade21 dias úteis
Urgência e emergênciaimediato

Esses prazos são para a garantia do atendimento e pressupõem cobertura e cumprimento das carências aplicáveis.

O plano negou, mas já ultrapassou o prazo. O que fazer?

São dois problemas que podem coexistir:

  1. uma possível negativa de cobertura;

  2. descumprimento do prazo de atendimento.

Nesse caso, guarde:

  • pedido médico;

  • negativa;

  • protocolo;

  • data da solicitação;

  • documentos enviados;

  • prints;

  • resposta da operadora.

Depois utilize o SAC.

Seu exame foi negado ou está parado há vários dias?

Use o prazo máximo da ANS, organize os documentos com o checklist para reclamação na ANS e peça uma justificativa formal à operadora.

O plano é obrigado a fornecer a negativa por escrito?

As regras atuais da ANS reforçam que as solicitações devem ser tratadas com clareza, transparência e rastreabilidade.

Uma negativa de autorização de procedimento precisa permitir que o consumidor entenda o motivo da decisão.

Por isso, peça:

  • justificativa formal;

  • protocolo;

  • fundamento da decisão;

  • orientação sobre contestação.

O que fazer imediatamente depois da negativa?

Use este roteiro.

1. Peça a negativa formal

Não fique apenas com a informação da clínica ou do laboratório.

2. Descubra o motivo

Pode ser:

  • carência;

  • Rol;

  • DUT;

  • contrato;

  • documentação;

  • código incorreto.

3. Converse com o médico

Mostre a justificativa.

O profissional pode avaliar se é necessário fornecer:

  • novo pedido;

  • relatório;

  • laudo;

  • informações adicionais.

4. Confirme a documentação

Veja se todos os documentos foram realmente enviados.

5. Registre no SAC

Procure o SAC da operadora e peça revisão.

6. Procure a ouvidoria

Se o problema não for resolvido, utilize a ouvidoria.

7. Avalie reclamação na ANS

Se necessário, registre uma reclamação na ANS.

Preciso falar primeiro com o SAC?

É importante registrar inicialmente o problema com a própria operadora e guardar o protocolo.

A ANS orienta que, quando o consumidor não consegue atendimento dentro do prazo, entre em contato com a operadora e mantenha o número e a data do protocolo; se não houver solução, pode denunciar o problema à Agência.

Vale a pena procurar a ouvidoria?

Sim.

A ouvidoria pode revisar casos que não foram solucionados pelos canais iniciais.

Uma sequência prática é:

clínica/laboratório → operadora → SAC → ouvidoria → ANS.

Posso reclamar na ANS?

O que é NIP?

A NIP é a Notificação de Intermediação Preliminar utilizada pela ANS para tratar determinadas reclamações entre consumidores e operadoras.

Uma negativa de exame pode gerar uma demanda assistencial quando houver discussão sobre cobertura ou acesso ao procedimento.

A NIP obriga o plano a liberar o exame?

Não automaticamente.

A NIP cria um processo de intermediação da reclamação.

A operadora poderá:

  • rever a decisão;

  • apresentar solução;

  • manter a negativa e explicar o fundamento;

  • apresentar informações à ANS.

Por isso, a abertura de uma NIP não equivale automaticamente à autorização.

E se não houver laboratório ou clínica disponível?

A operadora não pode simplesmente deixar o beneficiário sem atendimento porque sua rede credenciada não possui agenda dentro do prazo.

A ANS informa que, quando não houver prestador disponível dentro da rede e do prazo, a operadora deve buscar alternativa e pode ter de indicar e custear atendimento até mesmo fora da rede.

Por isso, se ouvir:

“não temos agenda”

entre em contato com o plano e peça formalmente outro prestador.

Posso escolher qualquer laboratório?

Não necessariamente.

Os prazos máximos da ANS garantem acesso a um prestador habilitado da rede, mas não necessariamente ao estabelecimento específico de preferência do consumidor.

Se quiser verificar opções, consulte nossa página de laboratórios da rede credenciada, incluindo:

A inclusão de cada laboratório depende do produto contratado.

Posso fazer o exame particular e pedir reembolso?

Depende da situação.

Se o plano possui reembolso por livre escolha, serão aplicadas as condições previstas no contrato.

Existe também uma situação diferente: quando a operadora deixa de garantir o acesso ao procedimento nas condições regulamentares.

A ANS prevê alternativas de atendimento e situações em que podem existir obrigações de custeio ou reembolso quando não há prestador disponível.

Quando for clinicamente possível, registre o problema antes de pagar o procedimento por conta própria.

E se o exame for urgente?

Se houver urgência ou emergência, a situação deve ser tratada de forma diferente de um exame eletivo comum.

A tabela atual da ANS estabelece atendimento imediato para urgência e emergência.

Se existir risco relacionado à demora, peça ao médico que descreva claramente:

  • quadro clínico;

  • risco;

  • necessidade do exame;

  • consequências do atraso.

Basta o médico escrever “urgente”?

É melhor que o médico explique o motivo.

Um relatório objetivo pode indicar:

  • sintomas;

  • hipótese diagnóstica;

  • risco;

  • alteração clínica;

  • necessidade de investigação imediata.

A caracterização clínica é mais relevante do que apenas utilizar a palavra “urgente”.

O que não fazer depois de uma negativa?

Evite:

  • aceitar uma negativa verbal sem protocolo;

  • reenviar documentos várias vezes sem saber o que está faltando;

  • cancelar o plano imediatamente;

  • pagar particular sem registrar o problema, quando for possível aguardar;

  • discutir apenas com o laboratório sem falar com a operadora.

O foco deve ser identificar a causa concreta da negativa.

Vale trocar de plano depois de uma negativa?

Não necessariamente.

Primeiro, tente resolver o procedimento atual.

Se houver problemas recorrentes, depois pode ser útil avaliar:

Evite cancelar o plano sem antes entender o impacto sobre um tratamento ou investigação em andamento.

Passo a passo: plano negou exame pedido pelo médico

Passo 1 — Confirme que houve negativa

Diferencie negativa de pendência.

Passo 2 — Pegue o protocolo

Registre data e horário.

Passo 3 — Peça a justificativa formal

Descubra qual regra está sendo aplicada.

Passo 4 — Consulte o pedido médico

Veja se está completo.

Passo 5 — Verifique o Rol

Consulte o Rol da ANS.

Passo 6 — Verifique a DUT

Consulte as Diretrizes de Utilização.

Passo 7 — Confira carência e contrato

Analise carência e contrato.

Passo 8 — Confira o prazo

Use a ferramenta de prazo máximo de atendimento.

Passo 9 — Procure SAC e ouvidoria

Use o SAC e depois a ouvidoria.

Passo 10 — Registre na ANS

Se necessário, faça uma reclamação na ANS.

Resumo: plano pode negar exame solicitado pelo médico?

Pode existir uma negativa mesmo quando há pedido médico, mas isso não significa que qualquer negativa seja automaticamente válida. O pedido médico demonstra a indicação clínica. A operadora ainda pode analisar:

Ponto analisadoO que verificar
CoberturaSe o procedimento está abrangido pelo plano
Rol da ANSSe faz parte da cobertura assistencial aplicável
DUTSe existem critérios específicos
CarênciaSe o período já foi cumprido
ContratoQual a segmentação e regras aplicáveis
DocumentaçãoSe pedido, laudo e relatório estão completos
PrazoSe o atendimento está sendo garantido no período regulamentar

Se houver negativa, o mais importante é não aceitar apenas a expressão “não autorizado”. Peça uma justificativa formal, descubra exatamente o motivo e só então avalie o próximo passo.

Seu exame foi negado mesmo com solicitação médica?

Consulte o Rol da ANS, confira o prazo máximo de atendimento, organize os documentos no checklist para reclamação na ANS e, se necessário, use o gerador de reclamação antes de registrar uma reclamação na ANS.

Perguntas frequentes

1. O plano pode negar um exame que foi pedido pelo médico?

+

Sim, pode haver negativa relacionada a carência, cobertura contratual, Rol da ANS, Diretriz de Utilização ou documentação. A negativa deve ser analisada pelo motivo concreto apresentado pela operadora.

2. Se o exame está no Rol da ANS, o plano pode negar?

+

Ainda podem existir questões relacionadas ao tipo de cobertura, carência ou critérios de DUT. O Rol define a cobertura mínima obrigatória conforme a segmentação do plano, mas é necessário analisar as condições aplicáveis ao procedimento.

3. O plano pode exigir laudo além do pedido médico?

+

Pode solicitar informações clínicas complementares quando forem necessárias para analisar a autorização do procedimento. Se isso ocorrer, peça que a operadora informe exatamente quais informações estão faltando.

4. O que fazer se o plano negar o exame?

+

Peça a negativa formal, guarde o protocolo, confira Rol, DUT, carência e documentação. Depois procure o SAC, a ouvidoria e, se necessário, registre uma reclamação na ANS.

5. Pedido médico garante autorização do exame?

+

Não automaticamente. O pedido comprova a indicação médica, mas a cobertura também depende das regras do plano e da regulamentação aplicável. Por isso, uma negativa precisa ser analisada pelo fundamento apresentado, e não apenas pelo fato de existir ou não prescrição médica.

Mateus Martins
Mateus Martins
Especialista em Marketing Digital, SEO e Projetos para o Mercado de Saúde.

Atua no desenvolvimento de projetos digitais voltados para o mercado de planos de saúde, geração de leads, SEO, conteúdo e experiência do usuário. Participa da criação de conteúdos relacionados a operadoras, modalidades de contratação, rede credenciada e comparativos do setor.

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